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A TERRA EM PERIGO
EMINENTE
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O aquecimento global não é ficção cientifica, mas sim um fato real e de proporções
globais.
O que o Brasil esta fazendo para combater este inimigo
mortal do meio ambiente?
Nada! Aliás ao contrário, porque?
O Brasil tem divulgado a cana como
biodiesel, realmente o álcool é menos poluidor, mas os prejuízos ao
meio ambiente são maiores que o petróleo, porque?
A cana de açúcar precisa de enormes
espaços com isso a devastação de áreas são maiores. Os produtos
químicos devastam o solo e os rios próximos. A cana de Açúcar sugam
enormes quantidades de água além das queimadas que aumentam as
doenças respiratórias o aquecimento e, trará a fome pois milhares de
agricultores vão preferir plantar a cana, é mais rentável e tem
seguro o lucro sempre em primeiro lugar.
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No Brasil dos dos 5.700
municípios menos de 50 cidades tem tratamento de esgotos
a maioria parcialmente, algumas fazem a reciclagem de
lixo também parcialmente.
99% das cidades jogam seu lixo nos lixões ou em qualquer lugar, total desrespeito com a própria saúde humana, a maioria das prefeituras
recebem propinas de grandes empresas poluidoras para fazerem vista
grossa a poluição, o povo vê tudo isso e não denuncia, a procuradoria
geral parece que se esqueceu que tem o poder de mudar este desastre e
fica em cima do muro juntamente com todos que deveriam estar resolvendo
este impasse catastrófico.
Os Brasileiros usam seus veículos desregulados,
não se preocupam em plantar árvores mas sim em corta-las, até mesmo as
pequenas cidades do país já estão com excesso de Co2, alguns brasileiros
separam o lixo, mas sua prefeitura não tem coletas de lixo. As empresa
não colocam filtros ou investem no meio ambiente devido o alto custo e
seu lucro ser absorvidos pelos impostos mais caro do planeta.
Dinheiro o Brasil tem de sobra para cuidar do
meio ambiente e a saúde, mas com roubos milionários todos os dias por políticos
que não estão preocupados no que acontecerá amanhã, mas sim o quanto eles
podem roubar hoje. Mais de 90% das
prefeituras são má administrada e a corrupção já se instalou, se a
população continuar a reeleger os mesmos políticos a situação somente se
agravará. Brasil tinha o maior potencial
de se tornar um dos Países mais ricos e belos com nossa natureza
exuberante será desolado pela seca e a fome tudo graças a incompetência
da justiça comum que fecha os olhos para a impunidade.
Os crédulos religiosos também tem culpa na
destruição do planeta, a maioria das igrejas, templos ou casas
religiosas não permitem que seus fieis tenham acesso a informações e aos
meios de comunicação. Os pastores e padres totalmente alheios ao que
ocorre no planeta.
O IPCC (Painel Intergovernamental para as Mudanças
Climáticas, estabelecido pelas Nações Unidas e pela
Organização Meteorológica Mundial em 1988) no seu
relatório mais recente diz que a maioria do aquecimento
observado durante os últimos 50 anos se deve muito
provavelmente a um aumento do efeito de estufa, havendo
evidência forte de que a maioria do aquecimento seja
devido a atividades humanas (incluindo, para além do
aumento de gases de estufa, outras alterações como, por
exemplo, as devidas a um maior uso de águas subterrâneas
e de solo para a agricultura industrial e a um maior
consumo energético e poluição).
Recentemente, muitos meteorologistas e climatólogos têm
afirmado publicamente que consideram provado que a ação
humana realmente está influenciando na ocorrência do
fenômeno. Grande parte da comunidade científica acredita
que aquecimento observado se deve ao aumento da
concentração de poluentes antropogênicos na atmosfera
que causa um aumento do efeito estufa. A Terra recebe
radiação emitida pelo Sol e devolve grande parte dela
para o espaço através de radiação de calor. Os gases
responsáveis pelo efeito estufa (vapor de água, dióxido
de carbono, ozônio, CFC´s) absorvem alguma da radiação
infravermelha emitida pela superfície da Terra e radiam
por sua vez alguma da energia absorvida de volta para a
superfície. Como resultado, a superfície recebe quase o
dobro de energia da atmosfera do que a que recebe do Sol
e a superfície fica cerca de 30ºC mais quente do que
estaria sem a presença dos gases «de estufa». Sem esse
aquecimento, a vida, como a conhecemos, não poderia
existir. O problema é que os poluentes atmosféricos
aumentam esse efeito de radiação, podendo ser os
responsáveis pelo aumento da temperatura média
superficial global que se parece estar a verificar. O
Protocolo de Kyoto visa a redução da emissão de gases
que promovem o aumento do efeito estufa.
Variação de temperatura na Terra de 1860 até 2004A
principal evidência do aquecimento global vem das
medidas de temperatura de estações meteorológicas em
todo o globo desde 1860. Os dados com a correção dos
efeitos de "ilhas urbanas" mostra que o aumento médio da
temperatura foi de 0.6 ± 0.2 ºC durante o século XX. Os
maiores aumentos foram em dois períodos: 1910 a 1945 e
1976 a 2000[2]. De 1945 a 1976, houve um arrefecimento
que fez com que temporariamente a comunidade científica
suspeitasse que estava a ocorrer um arrefecimento
global. O aquecimento verificado não foi globalmente
uniforme. Durante as últimas décadas, foi em geral
superior entre as latitudes de 40°N e 70°N, embora em
algumas áreas, como a do Oceano Atlântico Norte, tenha
havido um arrefecimento. É muito provável que os
continentes tenham aquecido mais do que os oceanos. Há,
no entanto que referir que alguns estudos parecem
indicar que a variação em irradiação solar pode ter
contribuído em cerca de 45–50% para o aquecimento global
ocorrido entre 1900 e 2000.
Evidências secundárias são obtidas através da observação
das variações da cobertura de neve das montanhas e de
áreas geladas, do aumento do nível global dos mares, do
aumento das precipitações, da cobertura de nuvens, do El
Niño e outros eventos extremos de mau tempo durante o
século XX.
Por exemplo, dados de satélite mostram uma diminuição de
10% na área que é coberta por neve desde os anos 60. A
área da cobertura de gelo no hemisfério norte na
primavera e verão também diminuiu em cerca de 10% a 15%
desde 1950 e houve retração os glaciares e da cobertura
de neve das montanhas em regiões não polares durante
todo o século XX[6]. No entanto, a retração dos
glaciares na Europa já ocorre desde a era Napoleónica e,
no Hemisfério Sul, durante os últimos 35 anos, o
derretimento apenas aconteceu em cerca de 2% da
Antártida; nos restantes 98%, houve um esfriamento e a
IPPC estima que a massa da neve deverá aumentar durante
este século. A diminuição da área dos glaciares ocorrida
nos últimos 40 anos, deu-se essencialmente no Ártico, na
Rússia e na América do Norte; na Eurásia (no conjunto
Europa e Ásia), houve de facto um aumento da área dos
glaciares, que se pensa ser devido a um aumento de
precipitação.
Estudos divulgados em Abril de 2004 procuraram
demonstrar que a maior intensidade das tempestades
estava relacionada com o aumento da temperatura da
superfície da faixa tropical do Atlântico. Esses fatores
teriam sido responsáveis, em grande parte, pela violenta
temporada de furacões registrada nos Estados Unidos,
México e países do Caribe. No entanto, enquanto, por
exemplo, no período de quarto-século de 1945-1969, em
que ocorreu um ligeiro arrefecimento global, houve 80
furacões principais no Atlântico, no período de
1970-1994, quando o globo se submetia a uma tendência de
aquecimento, houve apenas 38 furacões principais. O que
indica que a atividade dos furacões não segue
necessariamente as tendências médias globais da
temperatura.
Sabe-se que a causa de deste aquecimento é nada menos
que 50 anos de tecnologia mal empregada, florestas
destruídas, mas isto não é o pior, cientista descobriram
que bilhões de toneladas de gás
metano congelado,estão se aquecendo e subindo a
atmosfera, este material é 100 vezes mais perigoso que
dióxido de carbono
e pode acelerar o processo em 100 vezes o aquecimento
global em poucos anos.
Nos próximos 7 anos teremos as piores
catástrofes já registradas e em 10 anos entraremos em uma nova era
glacial.
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