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A Tabela Periódica dos Elementos
Até algumas décadas atrás
considerava-se que o átomo era a menor porção em que se poderia dividir a
matéria, posteriormente descobriu-se que o átomo era subdividido em partículas
menores, e atualmente já se sabe que estas também são formadas por outras
partículas. Os átomos são, portanto, constituídos por partículas menores,
entretanto a diversidade de átomos existente tem quantidade limitada, sendo a
maior porção de matéria existente na natureza com diversidade limitada, de forma
que podemos formar um banco de dados limitado. Quando se trabalha com matéria de
dimensões maiores, ou seja, formada de átomos, a diversidade se torna tão grande
que ainda não é, e provavelmente não será, possível ter um banco de dados com
uma quantidade definida, limitada. Um átomo é a menor porção que existe e pode
ser dividido um elemento químico, mantendo ainda as suas propriedades
físico-químicas mínimas.
É sabido que o átomo isoladamente não tem:
Ponto de fusão.
Ponto de ebulição.
Volume molar.
Densidade.
Também é sabido que o átomo tem:
Raio atômico.
Raio iônico.
Energia de ionização.
Portanto, átomos são os componentes básicos das moléculas e da matéria comum.
São compostos por partículas subatômicas. As mais conhecidas são os prótons, os
nêutrons e os elétrons.
Compreender o átomo é fundamental para o estudo da química, da física e da
tecnologia do mundo moderno.
O átomo é a unidade fundamental da matéria, o que significa dizer que toda
matéria é constituída de átomos. Atualmente existem estudos a desvendar os
fundamentos do átomo já o tornando não mais indivisível. Existem partículas
dotadas de cargas que são denominadas quarks e que constituem os prótons os
nêutrons do átomo.
A sua nomenclatura deriva do grego, em que significa indivisível (a = não, tomos
= divisão), pois quando de sua idealização, imaginava-se sendo a menor partícula
possível de matéria.
O átomo é formado por duas regiões básicas: o núcleo atômico e a eletrosfera, no
qual se situam suas partículas componentes.
O núcleo é constituído de prótons (cargas positivas) e nêutrons (cargas
neutras). Os nêutrons estabilizam o núcleo, uma vez que cargas de mesmo sinal
tendem a se repelir.
Em torno do núcleo, na eletrosfera, estão os elétrons (cargas negativas). Os
elétrons são atraídos pela carga positiva dos prótons e então ficam ao seu
redor, na eletrosfera.
Havendo dois prótons no núcleo, devido à força nuclear forte, haverão dois
nêutrons, e devido à força eletromagnética dois elétrons orbitando este núcleo.
Como a carga do elétron é igual à carga do próton, embora de naturezas opostas,
para haver um equilíbrio eletrodinâmico no átomo, existe a necessidade da
anulação ou neutralização das cargas elétricas. Desta maneira, quando existir
uma determinada quantidade de cargas positivas no núcleo, a quantidade de cargas
negativas externas deve ser a mesma num átomo em seu estado fundamental.
Ocorrendo esta condição, pode-se dizer que o átomo é eletricamente neutro.
Os atomistas na antiga Grécia
Acreditava-se que a matéria seria constituída de elementos da natureza como
fogo, água, terra e ar, que misturados em diferentes proporções resultariam em
propriedades físico-químicas diferentes.
Leucipo e Demócrito imaginaram que a matéria não poderia ser dividida
infinitamente, mas partindo-a várias vezes, chegaríamos a uma partícula muito
pequena: uma esfera indivisível, impenetrável e invisível. Com a ajuda de
Lucrécio, a idéia dos filósofos teve rápida propagação.
Átomo - A matéria-prima do universo
- Naquele tempo (430 a.C.), caminhando pelas areias próximas ao mar Egeu, o
filósofo grego Leucipo disse a seu discípulo Demócrito: "Esta areia, vista de
longe, parece ser um material contínuo, mas de perto é formada de grãos, sendo
um material descontínuo. Assim ocorre com todos os materiais do Universo". "Mas,
mestre", interrompeu Demócrito, "como posso acreditar nisso se a água que vemos
aqui aparenta continuidade tanto de longe como de perto?" Respondeu-lhe Leucipo:
"Muitos vêem e nâo enxergam; use os "olhos da mente", pois estes nunca o
deixaram na escuridão do conhecimento. Em verdade, em verdade lhe digo: todos os
materiais são feitos de partículas com espaços vazios ou vácuo entre elas. Essas
partículas são tão pequenas que mesmo de perto não podem ser vistas. Muitos
séculos passarão até que essa verdade seja aceita. Chegará o dia em que essas
partículas serão até "vistas" pelo homem. Ide e ensinai a todos e aqueles que
nela acreditarem encontraram encontrarão respostas para as suas perguntas sobre
o Universo."
Evolução Histórica da Idéia de Átomo
[editar] O modelo atômico de Dalton
O cientista inglês John Dalton, em 1802, criou um modelo que retomava o antigo
conceito dos gregos. Ele imaginou o átomo como uma pequena esfera, com massa
definida e propriedades características. Dessa forma, todas as transformações
químicas podiam ser explicadas pelo rearranjo de átomos. Dalton concebeu a
existência de átomos com propriedades diferentes. E, dessa forma, definiu
elemento químico. Os átomos que possuem a mesma massa, tamanho e forma
constituem um elemento químico. Dalton formalizou seu modelo nos seguintes
postulados:
Toda matéria é constituída por átomos. Esses são as menores partículas que a
constituem; são indivisiveis e indestrutíveis, e não podem ser transformados em
outros, nem mesmo durante os fenômenos químicos.
Átomos de elementos químicos diferentes têm massas diferentes e se comportam
desigualmente em transformações químicas.
Os átomos de um mesmo elemento químico são idênticos em massa e se comportam
igualmente em transformações químicas.
As transformações químicas ocorrem por separação e união de átomos. Isto é, os
átomos de uma substância que estão combinados de um certo modo, separam-se,
unindo-se novamente de uma outra maneira, formando outras substâncias.
O modelo atômico de Thomson
Entre 1813 e 1834, um cientista chamado Michael Faraday estudou a relação entre
as quantidades de materiais em transformações químicas e de eletricidade
necessária para realizar essas transformações. Esses estudos evoluíram até que,
em 1891, a unidade mais simples de eletricidade foi determinada e denominada
elétron. A descoberta de partículas com carga elétrica fez com o modelo atômico
de Dalton ficasse superado. Em 1897, Thomson idealizou um experimento para medir
a carga elétrica do elétron. Com base em seu experimento, e considerando o átomo
eletricamente neutro (com quantidades iguais de partículas positivas e
negativas), ele representou o átomo como uma esfera uniforme, de carga positiva,
incrustada de elétrons (partículas negativas).
O modelo atômico de Rutherford
Em 1911, realizando experiências de bombardeio de lâminas de ouro com partículas
alfa (partículas de carga positiva, liberadas por elementos radioativos),
Rutherford fez uma importante constatação: a grande maioria das partículas
atravessava diretamente a lâmina, algumas sofriam pequenos desvios e outras, em
número muito pequeno (uma em cem mil), sofriam grandes desvios em sentido
contrário.
A partir dessas observações, Rutherford chegou às seguintes conclusões:
No àtomo existem grandes espaços vazios; a maioria das partículas o atravessava
sem sofrer nenhum desvio.
No centro do àtomo existe um núcleo muito pequeno e denso; algumas partículas
alfa colidiam com esse núcleo e voltavam, sem atravessar a lâmina.
O núcleo tem carga elétrica positiva; as partículas alfa que passavam perto dele
eram repelidas e, por isso, sofriam desvio em sua trajetória.
Pelo modelo atômico de Rutherford, o átomo é constituido por um núcleo central,
dotado de cargas elétricas positivas (prótons), envolvido por uma nuvem de
cargas elétricas negativas (elétrons).
Rutherford demonstrou, ainda, que praticamente toda a massa do átomo fica
concentrada na pequena região do núcleo.
Dois anos depois de Rutherford ter criado o seu modelo, o cientista dinamarquês
Niels Bohr o completou, criando o que hoje é chamado model planetário. Para
Bohr, os elétrons giravam em órbitas circulares, ao redor do núcleo. Depois
desses, novos estudos foram feitos e novos modelos atômicos foram criados. O
modelo que representa o átomo como tendo uma parte central chamado núcleo,
contendo prótons e nêutrons, serve para explicar um grande número de observações
sobre os materiais.
O modelo atômico de Niels Bohr e a mecânica quântica
O modelo planetário de Rutherford foi um grande avanço para a comunidade
científica, provando que o átomo não era maciço. Segundo a Teoria
Eletromagnética, toda carga elétrica em movimento em torno de outra, perde
energia em forma de ondas eletromagnéticas. E justamente por isso tal modelo
gerou certo desconforto, pois os elétrons perderiam energia em forma de ondas
eletromagnéticas, confinando-se no núcleo, tornando a matéria algo instável.
Bohr, que trabalhava com Rutherford propôs o seguinte modelo: o núcleo contendo
os prótons e nêutrons e definiu as órbitas estacionárias, onde o elétron
orbitaria o núcleo, sem que perdesse energia. Entre duas órbitas, temos as zonas
proibidas de energia, pois só é permitido que o elétron esteja em uma das
órbitas. Ao receber um fóton, o elétron salta de órbita, não num movimento
contínuo, passando pela área entre as órbitas (daí o nome zona proibida), mas
simplesmente desaparecendo de uma órbita e reaparecendo com a quantidade exata
de energia. Se um pacote com energia insuficiente para mandar o elétron para
órbitas superiores encontrar o elétron, nada ocorre. Mas se um fóton com a
energia exata para que o elétron salte para órbitas superiores, ele certamente o
fará, depois, devolvendo a energia absorvida em forma de ondas eletromagnéticas.
Estrutura
Os cientistas, por meio de técnicas avançadas, já perceberam a complexidade do
átomo. Já comprovaram a presença de inúmeras partículas em sua constituição e
desvenderam o comportamento dessas partículas. Mas para construir alguns
conceitos que ajudam a entender a química do dia-a-dia, o modelo de átomo
descrito por Rutherford-Bohr é suficiente. Na constituição do átomos predominam
os espaços vazios. O núcleo, extremamente pequeno, é constituiído por prótons e
nêutros. Em torno dele, constituindo a eletrosfera, giram os elétrons.
O diâmetro da eletrosfera de um átomo é de 10,000 a 100,000 vezes maior que o
diâmetro de seu núcleo, e sua estrutura interna pode ser considerada , para
efeitos práticos, oca; pois para encher todo este espaço vazio de prótons e
nêutrons (ou núcleos) necessitaríamos de um bilhão de milhões de núcleos...
O átomo de hidrogênio é constituido por um só elétron, que gira em torno de um
só próton. O hidrogênio é o único elemento cujo átomo não possui nêutrons.
O elétron e o próton possuem a mesma carga, porém não a mesma massa. O próton é
1836,11 vezes mais massivo que o elétron. Usando, como exemplo hipotético, um
átomo de vinte prótons e vinte nêutrons em seu núcleo, e este estando em
equilíbrio eletrodinâmico, terá vinte elétrons orbitando em suas camadas
exteriores. Sua carga elétrica estará em perfeito equilíbrio eletrodinâmico,
porém 99,97% de sua massa encontrará-se no núcleo. Apesar do núcleo conter
praticamente toda a massa, seu volume em relação ao tamanho do átomo e de suas
orbitais é minúsculo. O núcleo atômico mede em torno de 10 - 13 centímetros de
diâmetro, enquanto que o átomo mede cerca de 10 − 8 centímetros.
Principais Características das Partículas Fundamentais
Massa Determinar a massa de um corpo significa comparar a massa desse corpo com
uma unidade tomada como padrão. A unidade de massa tomada como padrão é o grama
(g). Mas nós muitas vezes utilizamos o Quilograma, que significa 1000 vezes 1g.
Um exemplo disso é quando dizemos que a massa da pessoa é 45 vezes a massa
correspondente à massa do quilograma. Ou ainda: 45 kg = 45 x 1000g = 45000g Como
as partículas que constituem o átomo são extremamente pequenas, uma unidade
especial teve que ser criada para facilitar a determinação de suas massas. Essa
unidade, denominada unidade massa átomica, é representada pela letra u. 1 u
equivale a 1,6 . 10-27kg. 1,6 . 10-27 é o número que se obtém ao dividir 1,6 por
1 octilhão.
As massas do próton e do nêutron são praticamente iguais: medem 1 u (1 unidade
de massa atômica). A massa do elétron é 1840 vezes menor que a do próton: ela é
tão pequena que o elétron pode ser considerado desprovido de massa.
Carga Elétrica O elétron é uma partícula dotada de carga elétrica negativa. A
sua carga, que foi determinada experimentalmente em 1908, equivale a uma unidade
de carga elétrica (1 ue). A carga do próton é igual à do elétron, só que de
sinal contrário. o próton tem carga elétrica positiva. O nêutron não possui
carga elétrica. Como seu nome indica, ele é neutro.
Interação atômica
Se tivermos dois átomos hipotéticos, cuja carga elétrica seja neutra, presume-se
que estes não se afetarão mutuamente por causa da neutralidade da força
electromagnética entre si. A distribuição de cargas no átomo se dá de forma
diversa. A carga negativa é externa, a carga positiva é interna, isto ocorre por
que os elétrons orbitam o núcleo. Quando aproximamos dois átomos, mesmo estando
em perfeita neutralidade interna, estes se repelem, se desviam ou ricocheteiam.
Exemplo típico ocorre no elemento hélio (He) onde seus átomos estão em eterno
movimento de mútuo ricochete. Em temperatura ambiente, o gás hélio tem no
movimento de seus átomos um rápido ricochete. Ao diminuir a temperatura, o
movimento oscilatório diminui, o volume fica menor e a densidade aumenta.
Chegaremos teoricamente num ponto em que o movimento de ricochete diminuirá
tanto que não se poderá mais retirar energia deste. A este nível térmico, damos
o nome de zero absoluto, este é –273,18 ºC.
Força de Van der Waals
A carga eletrônica não se distribui de maneira uniforme, algumas partes da
superfície atômica são menos negativas que outras. Em função disto, a carga
positiva que se encontra no interior do átomo infiltrar-se-á pelas áreas menos
negativas externas, por isso haverá uma débil atração eletrostática entre os
dois átomos chamada de força de Van der Waals.
Em baixíssima temperatura, os átomos de hélio movem-se muito lentamente, seu
ricochete diminui a tal grau que é insuficiente para vencer as forças de Van der
Waals, como o átomo de hélio é altamente simétrico, por este motivo as forças
atuantes neste elemento são muito fracas. A contração do hélio ocorre e este
acaba por se liquefazer a 4,3 graus acima do zero absoluto.
Nos demais gases presentes na natureza sua distribuição de cargas é menos
simétrica que no hélio, as forças de Van der Waals são maiores ocasionando uma
liquefação em temperaturas maiores.
Atração atômica
Nas regiões externas dos átomos, a distribuição eletrônica se dá em camadas, sua
estrutura apresenta a estabilidade máxima se estas estiverem completas. Com
exceção do hélio e outros elementos com estabilidade e simetria semelhante,
geralmente a camada mais exterior do átomo é incompleta, ou podem possuir
excesso de elétrons. Em função disto pode haver a transferência de um ou dois
elétrons do átomo em que estão em excesso, para o átomo em que estão em falta,
deixando as camadas externas de ambos em equilíbrio.
O átomo que recebe elétrons ganha carga negativa, e o que perdeu não equilibra
totalmente sua carga nucléica, positiva. Ocorre então o aglutinamento atômico.
Existe ainda o caso de dois átomos colidirem. Ocorrendo, há o compartilhamento
eletrônico entre ambos que passam a ter suas camadas mais externas completas
desde que permaneçam em contato.
Elementos químicos conhecidos
É importante ter em mente que, átomo, é uma entidade elementar. O conjunto de
átomos que apresentam o mesmo número atômico (Z) é chamado de Elemento Químico.
Desta forma, na Tabela Periódica dos Elementos, a idéia de entidade elementar é
substituída pela idéia de "conjunto".
Ex.: Ao procurar pelo Carbono na Tabela Periódica, você deve saber que está
procurando pelo Elemento Carbono e não pelo átomo de Carbono.
A Tabela Periódica dos Elementos
Séries químicas da tabela periódica Metais alcalinos2 Metais alcalinos-terrosos2
Lantanídeos1, 2 Actinídios1, 2 Metais de transição2
Metais Representativos Metalóides Não-Metais Halogênios3 Gases nobres3
1Actinídios e lantanídios são conhecidos coletivamente como "Metais-terrosos
raros".
2Metais alcalinos, metais alcalinos-terrosos, metais de transição, actinídios e
lantanídios são conhecidos coletivamente como "Metais".
3Halogêneos e gases nobres também são não-metais.
Estado do elemento nas condições normais de temperatura e pressão (CNTP):
aqueles com o número atômico em vermelho são gases nas CNTP;
aqueles com o número atômico em azul são líquidos nas CNTP;
aqueles com o número atômico em preto são sólidos nas CNTP.
Ocorrência natural
Sem borda indica existência de isótopo mais antigo que a Terra (elemento
primordial).
Borda tracejada indica que o elemento surge do decaimento de outros.
Borda sólida indica que o elemento é produzido artificialmente (elemento
sintético).
A cor mais clara indica elemento ainda não descoberto.
Moléculas
Uma vez partilhados eletronicamente os átomos podem possuir entre si uma ligação
tão forte que para separá-los é necessária uma quantidade razoável de energia,
portanto, permanecem juntos. Estas combinações são chamadas de moléculas, nome
derivado do latim que significa pequeno objeto.
Nem sempre dois átomos em contato são suficientes para ter estabilidade, havendo
necessidade de uma combinação maior para tê-la.
Para formar uma molécula de hidrogênio são necessários dois átomos deste
elemento, uma molécula de oxigênio, necessita de dois átomos de oxigênio, e
assim sucessivamente.
Para a formação de uma molécula de água são necessários dois átomos de
hidrogênio e um de oxigênio; metano, necessita de um átomo de carbono e quatro
de hidrogênio; dióxido de carbono (bióxido), um carbono, e dois oxigênios e
assim sucessivamente.
Existem casos de moléculas serem formadas por uma grande quantidade de átomos,
são as chamadas macromoléculas. Isto ocorre principalmente com compostos de
carbono, pois o átomo de carbono pode partilhar elétrons com até quatro
elementos diferentes simultaneamente. Logo, pode ser possível a constituição de
cadeias, anéis, e ligações entre estas moléculas longas, que são a base da
chamada química orgânica.
Essa é a base das moléculas que caracterizam o tecido vivo, ou seja, a base da
vida. Quanto maior a molécula e menos uniforme a distribuição de sua carga
elétrica, mais provável será a reunião de muitas moléculas e a formação de
substâncias líquidas ou sólidas. Os sólidos são mantidos fortemente coesos pelas
interações eletromagnéticas dos elétrons e prótons e entre átomos diferentes e
entre moléculas diferentes.
Em algumas ligações atômicas onde os elétrons podem ser transferidos formam-se
os chamados cristais (substâncias iônicas). Nestes, os átomos podem estar
ligados em muitos milhões, formando padrões de grande uniformidade. No átomo,
sua interação nuclear diminui à medida em que aumenta a distância.
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