Assim transa a
humanidade

Gregos e árabes documentaram seus hábitos sexuais em manuais que,
reeditados hoje, são mais engraçados do que eróticos.
Grécia Antiga

O casamento era a base de sua sociedade,
mas os gregos não admitiam a dedicação exclusiva a uma mulher, e a
esposa aceitava a idéia de conviver com filhos da concubina do marido,
sem brigas. E os gregos eram exibicionistas. Casais contratavam artistas
para retratá-los fazendo amor, em vasos e objetos pela casa. E, pelo que
mostravam, a penetração anal era prática de ampla aceitação.
Curiosidades assim estão em Amor, Sexo & Casamento na Grécia Antiga (Ed.
Odysseus, 28 reais).
Noites árabes

Para levar uma mulher árabe (ou não) ao
sétimo céu, basta seguir as dicas do livro O Jardim Perfumado do Xeque
Nefzaui – Manual Erótico Árabe (Ed. Record, 35 reais), escrito no século
XVI e conhecido como o Kama Sutra árabe. Algumas receitas são bizarras,
como esfregar leite de jumenta no pênis, mas o xeque garante que
proporciona 30 dias e noites ininterruptas de prazer.
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