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A culinária é a arte de cozinhar, ou seja, confeccionar
alimentos e foi evoluindo ao longo da história dos povos para tornar-se
parte da cultura de cada um. Variam de região para região, não só os
ingredientes, como também as técnicas culinárias e os próprios
utensílios. Por exemplo, a cataplana é um recipiente para cozinhar
alimentos típico do Algarve, equivalente à tajine de Marrocos. A alheira
de Mirandela é um dos alimentos mais exclusivos da cozinha portuguesa,
enquanto que no Brasil, os pratos típicos incluem a feijoada brasileira
e o churrasco.
A cozinha muitas vezes reflete outros aspectos da cultura, tais como a
religião – a carne de vaca é tabu entre os hindus, enquanto que a de
porco é proíbida entre os muçulmanos e judeus – ou determinadas posições
sociais, como o vegetarianismo em que não são consumidos alimentos
provenientes de animais ou oriundo de animais como leite e ovos para
esse efeito.
O desenvolvimento industrial teve igualmente um grande impacto na forma
como as pessoas se alimentam. Por exemplo, a maior incidência de pessoas
trabalharem longe de casa ou terem mais horas de trabalho levou ao
surgimento da comida rápida; por outro lado, a consciência da segurança
alimentar e da qualidade dos alimentos levou à criação de regras, por
vezes na forma de leis, sobre a forma como os alimentos devem ser
vendidos.
Uma disciplina associada à culinária é a gastronomia que se ocupa, não
do modo como os alimentos são preparados, mas principalmente no
refinamento da sua apresentação. Outras disciplinas relacionadas são a
nutrição e a dietética, que estudam os alimentos do ponto de vista da
saúde ou da medicina.
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Novo sistema de governo (inventado)
para o Brasil é (Apolítico), ou seja, sem políticos,
troque a irresponsabilidade pela responsabilidade, de o
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História da culinária
No início da história humana, os alimentos eram
vegetais ou animais caçados para esse fim e consumidos crus; com
a descoberta do fogo, os alimentos passam a ser cozinhados, o
que aumentou a sua digestibilidade, possibilitando o
desenvolvimento orgânico do homem.
As descobertas da agricultura e da pecuária foram outros fatores
que melhoraram, não só a qualidade dos alimentos, mas também a
sua quantidade. Finalmente, as técnicas de fertilização do solo
e do controle de pragas e, mais recentemente, a modificação
genética dos animais e plantas de cultura, levaram a um maior
rendimento na sua produção.
A preparação dos alimentos teve uma história paralela a esta,
com os desenvolvimentos tecnológicos modificando gradualmente os
utensílios e as técnicas culinária.
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Os ingredientes
Os tipos de ingredientes usados na
alimentação humana dependem da sua disponibilidade local: o trigo é um
dos ingredientes básicos da culinária europeia e mediterrânica, enquanto
que na Ásia é o arroz. No entanto, alguns produtos foram exportados das
suas regiões de origem, como a batata, originária dos Andes, que se
tornou num dos alimentos principais no norte da Europa, ou o milho,
originário das regiões norte do México, que é o alimento básico na
África oriental.
A expansão comercial que, na Europa, provavelmente começou com as
invasões dos fenícios, e que se alargou com as viagens de Marco Polo, no
século X, trouxe também novos ingredientes e técnicas culinárias, como
as massas alimentícias e o uso das especiarias.
As espécies de animais existentes em cada região são também
determinantes na dieta alimentar dos povos..
As técnicas e utensílios culinários
O primeiro – e ainda o principal – utensílio culinário foi a mão. Com
ela, os nossos antepassados colhiam ou caçavam os alimentos ou a bebida
e os levavam à boca. Hoje ela serve para segurar os alimentos e os
utensílios e para deitar as importantes pitadas de sal ou outros
temperos (embora seja mais higiénico usar colherinhas).
Com a descoberta do fogo, o homem teve que inventar utensílios para
preparar a comida – pensa-se que isso foi possível com a descoberta da
cerâmica, apareceram as primeiras panelas e recipientes para a água.
Provavelmente a cozedura simples dos alimentos em água mostrou a
existência de gordura animal que foi, mais tarde, refinada e usada para
os refogados e guisados e depois para a fritura.
Provavelmente, outros utensílios primitivos de cozinha foram pedras para
cortar ou triturar os alimentos e paus para os mexer no fogo. Com a
descoberta da metalurgia, devem ter aparecido as primeiras facas e
garfos – as colheres devem ter continuado por muito tempo a ser feitas
de madeira, como ainda se usam hoje.
A fogueira para assar a caça deve-se ter transformado gradualmente nos
atuais fogões e fornos. O forno permitiu a invenção dos assados, mas só
depois da descoberta da agricultura deve ter sido descoberto o pão, os
bolos e, depois da descoberta das massas alimentícias, os pastéis e
outros alimentos preparados no forno cobertos de massa, como o famoso
vol-au-vent da culinária de França.
Entretanto, a Revolução Industrial provocou a criação de cozinhas
industriais, bem diferentes das cozinhas coletivas dos mosteiros da
Idade Média. E de alguns utensílios industriais, como as fritadeiras
gigantes, devem ter sido inventadas as versões domésticas, menores; já o
fogão industrial é uma versão moderna e ampliada do fogão doméstico. O
forno de microondas só foi possível com a revolução tecnológica…
De prioridade sempre por alimentos naturais.
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