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Historia de Piracanjuba GO

 

Banhada pelo rio Meia Ponte, a cidade de Piracanjuba é hoje uma das mais importantes referências da orquidofilia brasileira. O Círculo Orquidófilo de Piracanjuba promove salões que têm a participação de expositores brasileiros e estrangeiros, somando entre trê e quatro mil plantas.
As orquídeas, segundo entendem alguns misticos, refletem em sua beleza visual um pouco da lenda de amor entre os índios Piracan e Jubará, que num pacto passional se atiraram ao rio e se transformaram em um peixe - o Peixe Piracanjuba - que dá nome ao município. Dizem eles que os sentimentos de Piracan e Jubará coloriram e embelezaram essas orquídeas. Próximo a Goiânia, e ligada à capital por rodovias de primeira, o trajeto dura menos de um hora.
Em 1833, o Padre Marinho, morador de Campinas (bairro de Goiânia), em suas andanças pelos sertões goianos, quando procurava um caminho que facilitasse o comércio da capital com o Estado de Minas Gerais, encontrou um bonito lugar, um ponto elevado, próximo de uma cachoeira, ao qual deu o nome de Pouso Alto.
Em 1855, com o pioneirismo do Guarda Mor Francisco José Pinheiro de Amorim, Pouso Alto se emancipava e ganhava independência para uma trajetória de progresso e desenvolvimento.
Localizada a 85 Km de Goiânia, 76 de Morrinhos e 62 de Caldas Novas, Piracanjuba está numa posição estratégica e privilegiada, atraindo a atenção de indústrias como Laticínios Bela Vista, Itambé e Nestlé, que se beneficiam com sua bem desenvolvida pecuária leiteira, para abastecer a capital e o Estado com produtos laticínios.
O município conta, também com uma grande produção de milho, soja, arroz e fumo. Com uma área de 2.564 Km², a 753 m de altitude, um relevo de planícies, coberto de cerrado em sua maior parte, Piracanjuba tem uma população de 14.155 habitantes na zona urbana e 8.680 na zona rural.
Seu município é banhado pelos rios Piracanjuba, Meia Ponte e Piratinga, além de diversos ribeirões e córregos.
A religião predominante é o catolicismo, com 30 igrejas, seguida pelos evangélicos e espíritas, com 6 centros. As festas mais populares da cidade são as de São Sebastião, em janeiro, e dos padroeiros, Nossa Senhora da Abadia, Divino Espírito Santo e São Benedito, realizada de 06 a 16 de agosto, anualmente.
O município é um dos mais bem servidos de rodovias no Estado, sendo cortado pelas BR-153 e BR-352 e as estaduais GO-217 e GO-413, além de diversas rodovias municipais.
A sua rede escolar é composta de 12 escolas municipais e 11 escolas estaduais.
Entre seus filhos ilustres, os escritores Cilineu de Araújo, João Accioli e Leo Lynce. Piracanjuba é hoje uma das mais importantes referências da orquidofilia brasileira. O Círculo Orquidófilo de Piracanjuba promove salões com participação de expositores brasileiros e estrangeiros, com exibição de três a quatro mil plantas.
Segundo alguns místicos, as orquídeas de Piracanjuba refletem, em sua beleza visual, um pouco da lenda de amor entre os índios Piracan e Jubará, antigos habitantes da região, que num pacto passional se atiraram ao rio e se transformaram num peixe - o Piracanjuba - que dá nome ao município. Dizem que os sentimentos de Piracan e Jubará coloriram e embelezaram essas orquídeas, tornando-as de uma beleza sem par.

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