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Novo
vazamento de usina nuclear na Bulgária obriga evacuação urgente
Um vazamento de gás radioativo
na única usina nuclear da Bulgária, localizada na cidade de Kozloduy,
obrigou a evacuação do edifício de um de seus dois reatores, embora
segundo informou nesta quarta-feira a Agência de Regulação Nuclear (ARN)
búlgara.
O acidente ocorreu na terça-feira 25 de abril de 2011, dia em que foram
completados 25 anos do desastre nuclear de Chernobil, na Ucrânia, mas a
ARN só informou a respeito do incidente nesta quarta-feira em
comunicado.
Japão sofre
seu primeiro desastre com suas usinas e pode ser o ultimo.
O vazamento das usinas
nucleares do Japão já contamina até os Estados Unidos
Um monitor de radiação na Califórnia detectou partículas de um isótopo
da usina nuclear japonesa com problemas, informaram funcionários do
governo nesta sexta-feira. Eles insistiram, no entanto, que não há
motivo para preocupação, é claro que o governo não pretendem alarmar os
americanos, mas sabe-se que esta radiação causará doenças e mutações em
pouco tempo.21 de março de 2011
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Na primeira confirmação de que a radioatividade já atingiu os Estados
Unidos, a Agência de Proteção Ambiental (EPA, da sigla em inglês)
informou que o monitor de Sacramento detectou partículas de
radioatividade em isótopo xenon-133".
"A origem foi determinada como consistente com o vazamento dos reatores
de Fukushima, no nordeste do Japão", acrescentou em um comunicado
conjunto com o Departamento de Energia. No geral, contudo, a rede de
sensores de radiação da EPA nos Estados Unidos, assim como no Havaí e
ilhas Guam no Pacífico, "não detectou qualquer nível de radiação
preocupante", informou o comunicado.
O tsunami e o terremoto é a menor das preocupações do governo japonês. O
perigo de todo o país do Japão ser contaminado por centenas de anos não
esta descartada, depende apenas das mudanças dos ventos. Com o vazamento
constante das usinas nucleares, seus cidadãos podem estar a beira de um
futuro incerto... A Alemanha e Japão pretendem rever os riscos, caso
resolvam mantê-las, apenas mostrarão que não se preocupam com seu povo,
pois as usinas continuaram a trazer riscos constantes a todos os países
que fazem uso desta arma mortal.
Pedimos, por favor sua atenção;
Novo sistema de governo (inventado), é (Apolítico). Se deseja um Brasil
justo sem roubalheiras de políticos, sem destruição do meio ambiente, de
o seu apoio no site abaixo.
http://www.sfbbrasil.org
Rússia anuncia novo
vazamento em usina nuclear
29/10/2007
O governo da Rússia anunciou nesta segunda-feira (29) o vazamento de
um líquido radioativo na usina de usina Mayak, na região dos montes Urais.
Fontes oficiais tentam minimizar o fato, alegando que o vazamento não gera
perigo aos habitantes.
O Ministério de Situações de Emergências da Rússia afirmou que uma vedação
defeituosa permitiu que o líquido radioativo vazasse de um reservatório e
se espalhasse por cerca de 1,5 quilômetro de uma estrada na usina de
Mayak. O incidente teria ocorrido há quatro dias, na última quinta-feira
(25).
"Ninguém ficou ferido", afirmou o ministério, em comunicado. "Os níveis
radioativos dentro da usina e fora dela são normais e absolutamente
inofensivos", continuou.
A usina de Mayak foi local de uma série de acidentes em 1949, 1957 e 1967,
que foram ocultados pelo governo Soviético.
A promotoria local afirma que regras de segurança implementadas de maneira
errada na usina permitiram o vazamento. "Depois de uma investigação foi
descoberto que o vazamento de líquido radioativo ocorrido na quinta-feira
foi resultado de diversas violações às regras de segurança", afirma o
órgão, em nota.
Funcionários que trabalham em situações de emergência afirmaram que eles
foram notificados às 16h30 no horário local daquele dia e que eles
trabalharam durante toda a noite para limpar o piso contaminado.
"O vazamento ocorreu longe de lugares populosos", afirma o ministério
russo. "A situação é inofensiva para os funcionários da usina e para os
habitantes das vilas mais próximas", complementa.
Com informações da Agência Reuters
Usina nuclear encontra
50 novos problemas após terremotos no Japão
17/07/2007
Cerca de cem recipientes contendo resíduos tóxicos na usina nuclear de
Kashiwazaki-Kariwa, no Japão, foram derrubados pelos terremotos de ontem
no país e vários apresentaram perda de líquido, informou a agência de
notícias Kyodo, citada pela CNN, nesta terça-feira. A companhia energética
responsável, Tepco, já encontrou ao menos 50 pontos de mal funcionamento
na usina após os terremotos.
Takehiko Suzuki/Reuters

Trabalhadores de resgate abrem caminho em casa desabada após terremoto no
Japão
Dois terremotos, um de 6,8 graus e outro entre 6,6 graus e 6,8 graus na
escala Richter, atingiram a Costa Oeste do Japão nesta segunda-feira e
deixaram ao menos nove mortos e mil feridos no país. O primeiro tremor
causou incêndio na usina de Kashiwazaki-Kariwa, uma das maiores do mundo,
seguido por um vazamento inicial de água contendo materiais radioativos no
mar do Japão.
Depois de admitirem o vazamento de água contaminada, especialistas
analisam agora a quantidade de lixo tóxico que teria escapado e se há
risco para o ambiente. Além dos 50 pontos de problemas --que incluem
vazamentos de água e canos estourados-- a Tepco afirmou que ainda poderá
encontrar novos problemas ao longo da inspeção.
Quatro dos sete reatores da usina estavam em funcionamento quando o
primeiro terremoto atingiu o Japão, e todos foram fechados automaticamente
por um mecanismo de segurança antitremores.
A empresa afirma ainda que houve emissão acidental de cobalto-60 e
cromo-51 (radioativos) da usina para a atmosfera, mas não se sabe a razão.
Kensuke Takeuchi, porta-voz da Tepco, disse que os defeitos são "problemas
pequenos" que não apresentam danos ao ambiente externo ou à saúde pública.
Apesar das garantias, os vazamentos despertaram uma reação irada de
críticos e ativistas antienergia nuclear no Japão. Até altos oficiais do
governo criticaram a falta de segurança no país, que se situa em uma das
áreas com maior incidência de terremotos do mundo.
O pior acidente nuclear do Japão ocorreu em setembro de 1999, quando dois
trabalhadores morreram e centenas de outros foram expostos a radiação em
Tokaimura, ao nordeste de Tóquio. Há 55 reatores nucleares no país, que
fornecem cerca de um terço da energia utilizada nacionalmente.
Para Masanori Hamada, professor de engenharia de terremotos na
Universidade Waseda, de Tóquio, a Tepco ainda deve explicações para a
população sobre o acidente. "É impensável que um vazamento de água
contaminada possa ocorrer tão facilmente", afirma.
Vítimas

Mais de 12 mil pessoas aguardam ajuda governamental em abrigos no noroeste
do Japão depois que os tremores derrubaram casas, abriram buracos em
rodovias e interromperam serviços de eletricidade e fornecimento de água
em várias cidades.
Ontem chegou a nove o número de mortos após os dois terremotos. Seis
mulheres e três homens, todos com mais de 70 anos, teriam morrido em
conseqüência de ferimentos, a maioria após o desabamento de suas casas,
informou um porta-voz da Agência Nacional de Polícia.
Franck Robichon/Efe
Ruas cobertas por escombros no Japão: ao menos nove mortos e 900 feridos
Mais de mil feridos foram levados aos hospitais nas Províncias de Niigata
e Nagano. O primeiro tremor foi sentido até na capital do país, Tóquio.
"Fique com tanto medo... os piores tremores continuaram por ao menos 20
segundos", disse Ritei Wakatsuki, funcionário de uma loja em Kashiwazaki.
"Primeiro houve um forte choque vertical depois ficamos sentindo tremores
de um lado para o outro por um longo tempo. Eu não conseguia ficar de pé,
prateleiras caíram e tudo ficou jogado", disse Harumi Mikami, 55, uma
professora que estava em sua escola em Kashiwazaki, perto do foco do
terremoto da manhã de ontem.
O governo disponibilizou cem centros para acolher as pessoas desabrigadas
em Niigata após o tremor inicial, que atingiu o país às 10h13 (22h13 de
domingo em Brasília).
Agências oficiais do Japão advertiram que ainda há risco de novos tremores
no país. O primeiro terremoto, que teve seu epicentro a 17 km de
profundidade na região de Niigata, sacudiu o noroeste do Japão e foi
seguido de várias réplicas.
Tremores
Um segundo terremoto voltou a atemorizar o país por volta das 23h18 (11h18
de Brasília) de ontem. A agência japonesa Kyodo afirmou que o terremoto
foi de 6,6 graus na escala Richter, enquanto o Centro de Pesquisas
Geológicas dos Estados Unidos registrou a intensidade de 6,8 graus.
Robert Gilhooly/Efe

Vagão descarrilhado após terremoto na região de Niigata; serviço de trens
foi interrompido
Este novo tremor, no entanto, ocorreu a uma profundidade de 350,7 km sob o
solo do mar do Japão, perto da região de Kyoto, e foi sentido com menos
intensidade nas cidades do país. Ele alcançou o grau quatro de uma escala
japonesa de sete níveis de intensidade. Um tremor deste nível não costuma
provocar danos significativos, e nenhum alerta contra tsunamis foi
emitido.
Muitas casas, a maioria de madeira, desabaram. Crateras foram abertas nas
rodovias e o teto de um templo caiu.
O noroeste do Japão sofreu um terremoto que matou 65 pessoas há três anos.
Hoje, bombeiros continuavam tentando resgatar uma mulher cuja voz foi
ouvida entre as ruínas de uma casa que desabou na região, informou a NHK.
Danos
Os serviços de trens foram interrompidos no norte do Japão devido ao
tremor inicial. Um dos trens que estava viajando na hora do terremoto saiu
dos trilhos, mas a mídia informou que não houve feridos.
A energia e o gás foram cortados de várias casas e a NHK afirmou que 37
mil moradias ficaram sem água. "Temos tanques de água que podem durar por
dois dias, mas não sabemos quando o sistema vai voltar a funcionar", disse
Reiko Nakao, que trabalha em um hotel na vila de Kariwa.
Alertas contra tsunamis chegaram a ser lançados no país após o primeiro
terremoto, mas mais tarde foram suspensos sem registro de ondas gigantes.
Em outubro de 2004 Niigata foi atingida por um terremoto da mesma
magnitude do tremor desta segunda-feira. Há três anos, no entanto, o
resultado foi pior: 65 mortos e mais de 3.000 feridos. Foi um dos mais
mortíferos terremotos no Japão desde 1995, quando um tremor de 7,3 graus
na escala Richter na cidade de Kobe matou 6.400 pessoas.
O governo do premiê do Japão, Shinzo Abe, constituiu um escritório
especial para lidar com o terremoto, que segundo oficiais danificou ao
menos 350 edifícios.
Radiação de Chernobyl
prejudica mais os pássaros coloridos
Cores brilhantes gastam antioxidantes que poderiam combater efeitos da
radiação
Reprodução

O chapim-azul é uma das espécies mais afetadas pelo ambiente de Chernobyl
LONDRES - Passarinhos de cores brilhantes estão entre as espécies afetadas
de forma mais dura pelos níveis de radiação ao redor da usina nuclear de
Chernobyl, segundo determinou uma pesquisa realizada por especialistas em
ecologia e publicada no periódico Journal of Applied Ecology. O trabalho
ajuda a explicar por que algumas formas de vida são mais afetadas pela
radiação que outras.
Os cientistas Anders Møller e Timothy Mousseau examinaram 1.570 pássaros
de 57 espécies diferentes nas florestas ao redor de Chernobyl, e a
diferentes distâncias do reator. Eles determinaram que as populações de
quatro grupos de pássaros - os cuja plumagem vermelha, amarela e laranja é
baseada em substâncias chamadas carotenóides, os que põem os ovos maiores,
os que migravam mais longe e os que ocupavam maior área - declinaram mais
que as outras.
O resultado parece girar em torno do papel dos antioxidantes, substâncias
que ajudam a proteger o organismo contra radicais livres. Certas
atividades consomem uma grande quantidade desses antioxidantes, incluindo
a produção de pigmentos baseados em carotenóides, longas migrações e a
produção de ovos grandes - pássaros transferem antioxidantes do corpo para
o ovo, e ovos maiores requerem mais dessas substâncias.
Møller e Mousseau formularam a hipótese de que, por ter menos
antioxidantes para enfrentar os radicais livres - moléculas quebradas que
surgem naturalmente no corpo, mas que aumentam em quantidade quando o
organismo é exposto à radiação - esses grupos de pássaros são os mais
afetados.
Usina nuclear pega fogo e
é desligada na Alemanha
s
28/06/2007 - 15h59
Um incêndio em um transformador forçou o desligamento temporário da usina
nuclear de Kruemmel, perto de Hamburgo (Alemanha), nesta quinta-feira,
informou o corpo de bombeiros local. As chamas foram controladas antes que
causassem vítimas ou danos ao reator nuclear, segundo os bombeiros.

Kay Nietfeld/Efe |
Bombeiros jogam espuma
para apagar chamas em usina nuclear de Kruemmel, na Alemanha
O fogo em um transformador da usina começou pouco depois das 15h (10h
de Brasília) e foi apagado completamente às 17h (12h de Brasília). O
incêndio ocorreu do lado de fora da usina e não teve efeitos sobre o
reator nuclear, mas o funcionamento de toda a instalação foi
interrompido como medida de precaução, disseram oficiais. |
"Ninguém ficou ferido e não
há perigo para o ambiente", disse Oliver Breuer, porta-voz do Ministério
da Saúde para o Estado de Schleswig-Holstein, onde a usina está
localizada.
As causas do incêndio ainda estão sob investigação.
O reator de Kruemmel foi ligado em 1983 e fornece energia suficiente para
suprir 30% da demanda da região, de acordo com a empresa Vattenfall Europe
AG, que é uma das donas da usina.
Outra usina da Vattenfall, a Brunsbuettel, teve seu funcionamento
interrompido hoje devido a um problema na parte não nuclear da instalação,
segundo a empresa.
Em um comunicado, a empresa afirmou que não houve vazamento de
radioatividade em nenhuma das usinas e que ambos os reatores estão
estáveis. ( É claro que esta empresa jamais admitiria 100% de verdade
em suas declarações, pois é de seu interesse continuar a construir usinas nucleares
é claro. O Brasil a angra-1 e angra-2 já apresentaram vários
problemas sérios, agora para descobrirmos a verdade, só saberemos quando for tarde
de mais.
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