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O primeiro nome de Campinas foi Freguesia de Nossa
Senhora da Conceição de Campinas de Mato Grosso, devido
à floresta densa e inexplorada que caracterizava a
região. Era passagem obrigatória das Missões dos
Bandeirantes que iam para as minas de ouro no interior.
Mapa da cidade de 1878Campinas esteve ligada a Jundiaí,
no período de 1774 (Freguesia) a 1797 (desmembramento).
Jundiaí é a "cidade mãe de Campinas".O povoamento teve
início entre 1739 e 1744 com a vinda de Taubaté do
Capitão Francisco Barreto Leme do Prado. Em 14 de julho
de 1774, numa capela provisória, foi celebrada a
primeira missa oficializando a fundação da Freguesia
Nossa Senhora de Conceição de Campinas. Em 1797 é
elevada à categoria de vila e altera o nome para Vila de
São Carlos, e finalmente em 5 de fevereiro de 1842, já
com 2.107 habitantes e cerca de quarenta casas, foi
elevada à categoria de cidade com o nome de Campinas.
Ficou conhecida como cidade-fênix, por seu renascimento
após o surto de febre amarela que devastou mais de 30%
da população no início do século XX.
A agricultura teve papel de destaque na história da
cidade, que se aproveitou do fértil solo de terra roxa.
A primeira cultura agrícola da cidade foi a
cana-de-açúcar, logo suplantada pelas lavouras de café.
Em pouco tempo, a economia cafeeira impulsionou um novo
ciclo de desenvolvimento da cidade. Nesse período (segunda
metade do século XVIII), a população de Campinas
concentrava um grande contingente de trabalhadores
escravos e livres, empregados em plantações e em
atividades produtivas rurais e urbanas. Em 1872, graças
ao plantio de café e a construção da Companhia Paulista
de Estradas de Ferro, Campinas passa a ser uma das
maiores cidades do Brasil.
Com a crise da economia cafeeira, a partir da década de
1930, a economia de Campinas assumiu um perfil mais
industrial e de serviços. A cidade então recebeu
imigrantes provenientes de todo o mundo (destacando-se a
imigração italiana), atraídos pela instalação de um novo
parque produtivo.
Entre as décadas de 1970 e 1980, a cidade praticamente
duplicou de tamanho, por conta de fluxos migratórios
internos. Devido o seu grande progresso também ficou
conhecida como a "Princesa d'Oeste", referência esta por
estar a oeste da capital do estado.
Com a construção de grandes rodovias como a Rodovia
Anhanguera (1948), a Rodovia dos Bandeirantes (1978), a
Rodovia Santos Dumont (década de 1980), a Rodovia Dom
Pedro I, Rodovia Governador Ademar de Barros, a Rodovia
Jornalista Francisco Aguirre Proença e a Rodovia General
Milton Tavares de Souza (ou Tapetão), que é o principal
acesso à REPLAN (Refinaria do Planalto Paulista),
Campinas consolidou-se como importante entroncamento
rodoviário.
Também se destacam um moderno parque industrial e
tecnológico — fruto de um plano de instalação de "tecnopolos",
e renomadas instituições de ensino superior, como a
Universidade Estadual de Campinas e a Pontifícia
Universidade Católica de Campinas. Também é em Campinas
que se localiza o Laboratório Nacional de Luz Síncrotron
e o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em
Telecomunicações (CPqD).Campinas também é provida de uma
unidade da Fundação Getúlio Vargas - FGV - que passou a
oferecer seus programas internacionais MBA Pleno e FGV
CEO, além da complementação do MBA Executivo, que têm
convênios com as principais escolas de negócios do
mundo.A Fundação Getúlio Vargas é uma entidade de
caráter técnico-científico, educativo e filantrópico,
fundada em 1944, que visa o estudo dos problemas
relativos à economia brasileira e internacional e à
administração pública e privada.
A partir de 1998, a cidade vem assistindo a uma mudança
acentuada na sua base econômica: perde importância o
setor industrial (com a migração de fábricas para
cidades vizinhas ou outras regiões do país), e ganha
destaque o setor de serviços (comércio, pesquisa,
serviços de alta tecnologia e empresas na área de
logística).
Fonte: Wikipédia
Mais historia de Campinas
A origem do povoamento de Campinas está
ligada à abertura dos caminhos para o sertão de Goiás e Mato Grosso, feita
pelos paulistas do Planalto de Piratininga. Uma dessas trilhas, aberta
entre 1721 e 1730, chamou-se "Caminho dos Goiases". Logo instalou-se um
pouso para descanso dos tropeiros que utilizavam esse caminho entre as
vilas de Jundiaí e Mogi-Mirim. Esse pouso ficou conhecido pelo nome de "Campinas
do Mato Grosso" em razão da formação de tres pequenos descampados ou "campinhos"
em meio à densa mata.
O povoamento efetivo começou com a
chegada de Francisco Barreto Leme, vindo de Taubaté entre 1739 e 1744.
Veio com sua família e conterrâneos e fixou-se em terras adquiridas do que
era uma antiga sesmaria.
No ano de 1767, eram 185 as pessoas que
moravam no bairro de Mato Grosso, segundo um recenseamento. A economia
baseada na agricultura de subsistência e os recursos disponíveis eram
mínimos Em 1772 foi solicitada licença para a construção de uma capela
devido à grande distância das igrejas, mais próximas de Jundiaí. Através
de pressões políticas as autoridades eclesiásticas concederam, em 1773,
autorização para a construção de uma igreja Matriz, ao invés de uma
simples capela. Isso significou a emancipação religiosa de Campinas,
embora a vila continuasse dependente politicamente de Jundiaí No mês de
maio de 1774, o então governador da Capitania de São Paulo, Morgado Mateus
outorgou a Barreto Leme a fundação do núcleo e estipulou algumas medidas
urbanísticas básicas para o local. No dia 14 de julho de 1774, em uma
capela provisória, foi celebrada a primeira missa por Frei Antonio de
Pádua, primeiro vigário da nova paróquia. Essa data ficou sendo a data of
icial da fundação de Campinas. Já em 1775, foi criado o Distrito de
Conceição de Campinas. Em 1797 foi elevado à condição de vila com o nome
de São Carlos, surgindo assim o município com território desmembrado de
Jundiaí. Eram 2107 habitantes e pouco mais de quatrocentas casas. A
denominação de São Carlos nunca prevaleceu junto à população, tanto que no
ano de 1842 a vila foi elevada à categoria de cidade com o nome, já
tradicional, de Campinas.
A economia regional foi marcada
inicialmente pela lavoura canavieira e a indústria açucareira, com uso
significativo de mão-de-obra escrava. A economia passou, gradativamente,
da monocultura açucareira para a monocultura cafeeira no início do século
XIX. Em 1830, o café já estava consolidado na região, de modo que em 1854
haviam em Campinas 117 fazendas com a produção anual de mais de trezentas
mil arrobas de café. A seguir, vieram os imigrantes europeus,
substituindo"gradualmente, a mão-de-obra escrava nas fazendas, nas
ferrovias, a partir da década de 1870. Aos poucos, apesar de ser uma
sociedade conservadora devido à monocultura, ao patriarcalismo e a
escravidão, o acúmulo de capital gerado pela a,gricultura desenvolveu o
setor terciário (comércio e finanças), criando a infraestrutura capaz de
organizar o crescimento industrial a partir do final do século XIX.¶
Atualmente Campinas tem uma área de 801 quilômetros quadrados, (fonte -
Fundação Seade 93) com cerca de 910.663 habitantes (Fonte¶ Seplama -
Deplan). O munictpio possui quatro distritos: Joaquim Egídio Sousas, Barão
Geraldo e Nova Aparecida.
Hoje Campinas é uma das cidades que mais
cresce no interior do Estado. Tem cerca de um milhão de habitantes e uma
renda percapta de US 5.800 dolares, segundo estimativa da Secretaria
Municipal de Planejamento.
Como todo grande centro, não perdeu de
vista a prestação de serviços e a proposta de dar boa qualidade de vida a
seus habitantes, acompanhando as novas tendências de mercado.
Campinas é geralmente apontada como uma
terra de tradições. Coisa do seu passado, não se demora entretanto, na
contemplação dos feitos de seus filhos, os quais durante dois séculos,
trabalharam para construir uma grande cidade e se destacaram a impulsionar
a economia paulista e lançar as bases do sistema ferroviário que
conquistou as melhores terras para o café, trazido do Vale do Paraiba.
Esse passado glorioso, a gente
campineira procura honrar, trabalhando para o futuro. Aqui a escolas de
todos os graus, inclusive as suas Universidades, estão abertas para servir
a São Paulo e ao Brasil. A sua rede hospitalar e procurada por brasileiros
de todos os Estadas. A indústria em expansão e seu ativo comércio oferecem
a São Paulo e ao país, notável contribuição.
A excelência dos serviços públicos
concorre também para tornar Campinas uma cidade magnífica, onde se pode
morar com conforto. Por isso somos uma cidade feliz, recebendo com alegria
todos aqueles que nos visitam e apreciam a moderna arquitetura que roubou
a cidade seu aspecto colonial. Nas ruas é marcante a presença da mocidade
estudioso e no placidez dos bairros, jardins eternamente floridos enfeitam
as residências, mesmo as mais modestas. Esses são aspectos característicos
de Campinas, a despertar a atenção dos visitantes, que se deliciam no
Bosque dos Jequitibas ou contemplam a grandiosidade da cidade do alto do
Castelo.
Queremos que nos visitem, pois mais
frequente mente poderemos oferecer a hospitalidade da boa gente campineira.
E que o visitante aqui se encontre como em sua terra natal, porque
Campinas orgulha-se em ser um pedaço de São Paulo, a serviço do Brasil.
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Tendências
Qualidade,
tecnologia, respeito, conforto e atensção. Estas são as exigências do
consumidor moderno, que hoje e bem informado, seletivo e em condições de
exercer seus direitos de escolha cidadania. Enfim, uma pessoa que não se
contenta mais com bons preços apenas. Para atender este consumidor, surgem
novos tipos de comércio e a prestação de serviaços e cada vez mais
constante. A exigência deixou de estar somente entre as pessoas com alto
poder aquisitivo e as indústrias e o comêrcio criam a cada dia novas
tecnologias para contentar clientes das mais diversas classes sociais.
A grande concentração de renda entre a
minoria da população brasileira obrigou o comércio e a industria a se
preocuparem mais com a qualidade e produtos de alto valor. O economista da
área de conjuntura do Seade (fundacao Sistema de Análise e Dados), Paulo
Borges Lemos, cita como exemplo a explosão na compra de carros importados.
"Por outro lado, a indústria automobilistica nacional começa a atender um
público como menor poder aquisitivo, fabricando veículos mais baratos com
conforto e qualidade-os carros populares", a firma Borges Lemos,
acrescentando que o comércio e a indústria hoje estao se adaptando a todos
os tipos de consumidor.
HISTORIC FEATURES
After the trail of the
Goiases was opened from 1721 to 1730, between Jundiai and Mogi , Mirim, it
was settled a resting place for the caravans going and coming from Goias
and Cuiaba. This place was know as "Campinas do Mato Grosso' because "Campinas"
means fields, and there were three small fields in the middle of the thick
jungle. In 1739, Barreto Leme, founded a rural village and the region of
Campinas started to grow. In 1772 the inhabitants of the village, claiming
the lack of religious assistance, whick was only possible in Jundiai
started a movement to get a licence to build a Chapel.
On May 27th, 1774,
General Morgado Mateus, the Governor of the "Capitania de Sao Paulo" gives
to Barreto Leme
the title of "founder, administrator and director" of the urban nucleus to
be founded. At the same day, the captain general sttled the measuere of
the streets and blocks as well as the position of houses on them. This was
the first urban plan for Campinas.
Soon after, Priest
Antonio de Pádua celebrated a mass on July 14th, 1774, thus inaugurating
the temporary chapel. This act marked the foundation of "Freguesia de
Nossa Senhora da Conceição".
O primeiro nome de Campinas foi
Campinas de Mato Grosso, devido à floresta densa e inexplorada que
caracterizava a região. Era passagem obrigatória das Missões dos
Bandeirantes que iam para as minas de ouro no interior.
O povoamento de fato teve início entre 1.739 e 1.744 com a vinda de
Taubaté de Francisco Barreto Leme.
Em 14 de julho de 1.774, numa capela provisória, foi celebrada a primeira
missa oficializando a fundação da Freguesia Nossa Senhora de Conceição
de Campinas.
Em 1.797 é elevada a Vila e altera o nome para Vila de São Carlos.
Em 05 de fevereiro de 1.842, já com 2.107 habitantes , e cerca de
40 casas, foi elevada à categoria de cidade com o nome de
Campinas.
Em 11 de julho de 1.836 , nasce em Campinas , o "filho da terra" ,
o autor e compositor Carlos Gomes, o primeiro artista das Américas
a ser reconhecido pela aristocracia européia pelas suas consagradas e
inesquecíveis obras, com especial destaque para, “O Guarani”.
Em 1872, graças ao plantio de café e a construção da Companhia Paulista de
Estradas de Ferro, Campinas passa a ser uma das maiores cidades do
País.
Conhecida como a “Cidade das Andorinhas” porque durante muitos e
muitos anos, milhares de Andorinhas-Púrpura (Progne Subis), que eram
símbolo da liberdade, fugiam do rigoroso inverno Canadense, fazendo com
que aqui fosse, sua rota de migração.
Campinas teve na sua economia inicial, a lavoura canavieira e a
indústria açucareira, passando Gradativamente para a monocultura cafeeira
no início do século XIX .
Aos poucos desenvolveu-se o setor terciário (comércio e finanças) criando-se
infra-estrutura necessária para capacitar e organizar o crescimento
industrial.
Hoje, Campinas é a 3a. maior cidade do estado de São Paulo. Está
localizada numa área de 850 Km2, situando-se a 90 Km de distância da
capital, e segundo as estatísticas, já conta com uma população de mais de
um milhão de habitantes.
Referências
a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites
Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho
de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
a b c d IBGE divulga as estimativas populacionais dos municípios em 2009 (HTML).
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (14 de agosto de 2009).
Página visitada em 5 de setembro de 2008.
Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento
Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página
visitada em 11 de outubro de 2008.
a b c Produto Interno Bruto dos Municípios 2003-2007. Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística (IBGE) (16 de dezembro de 2009). Página visitada em 16
de dezembro de 2009.
a b Unicamp – Assessoria de Comunicação e Imprensa 17 de Junho de 2005
Tabela 793 – População residente, em 1º de abril de 2007: Publicação Completa.
Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA) (14 de novembro de 2007). Página
visitada em 10 de agosto de 2008.
"A primeira macrometrópole do hemisfério sul", Jornal Estadão. Página visitada
em 12-10-2008.
CIATEC Campinas, sobre relevo, Acessado em 9 de Abril, 2007
Página oficial de Campinas: Observatório Municipal de Campinas (em português).
Clima de Campinas - Cepagri Acessado em 25 de março de 2009
Geadas - CepagriAcesso em 25 de março de 2009
Cepagri Clima de Campinas, Acessado em 9 de abril de 2007
Informação Meteorológica de Campinas.
Cidades Irmãs - Prefeitura de CampinasAcessado em 2 de abril de 2009
Título ainda não informado (favor adicionar).
Título ainda não informado (favor adicionar).
a b c Infraero – Movimento nos Aeroportos
Campinas prepara o seu fura-filaAcessado em 2 de abril de 2009.
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