Pesquisar

Meio Ambiente

Lixo

Endereços úteis

sAnuncie

Bate Papo

HOME

Lixo Recicle Emprego Astronomia Desaparecidos Noticias Fale Conosco

Meio Ambiente de Sorocaba SP

 

 

Clima: Tropical

Temperatura: entre 12°C e 45°C.
Solo: arenoso

Bioma: Mata Atlântica
Vegetação: muito abaixo da recomendada (OMS)
Tratamento de esgoto: não possui
Coleta seletiva de lixo: não há
Rios: Rio Sorocaba
Nascentes: Não há dados
Poluição Visual: Altissima
Poluição sonora: Altissima
Poluição água: Altissima
Poluição do ar: Altissima

O município de Sorocaba situa-se exatamente sobre o limite entre sedimentos da Bacia Sedimentar do Paraná (Grupo Itararé, com rochas depositadas em antigos ambientes periglaciais, continentais a transicionais, deltáicos , compreendendo arenitos, siltitos e diamictitos de idade Permiano-Carbonífero, cerca de 300 milhões de anos) e rochas do embasamento cristalino (Neoproterozóico). Em termos geomorfológicos, Sorocaba situa-se na borda da Depressão Periférica Paulista. Os batólitos (corpos) graníticos importantes são o Maciço de Sorocaba (de quimismo Cálcio-alcalino, Tipo I) e São Francisco (Subalcalino a Alcalino, Tipo A, com notáveis fácies rapakivi), respectivamente com idades aproximadas de 600 e 550 milhões de anos. Rochas pré-cambrianas metassedimentares marinhas, de baixo grau metamórfico como filitos, metacalcários, metarenitos, metaconglomerados, entre outras são incluídas no Grupo São Roque, cujas idades de sedimentação podem ser superiores a 1,0 bilhão de anos. A direção estrutural dominante nas rochas metassedimentares do Grupo São Roque é ENE-WSW com os maciços graníticos concordantes. As rochas cristalinas sofreram deformação durante a amalgamação do paleocontinente Gondwana Sul, durante o final do Neoproterozóico ao Cambriano Inferior.

Na região, a Serra de Araçoiaba ou Morro Ipanema compreende uma intrusão ultrabásico-alcalina (Mesozóico, Cretáceo Inferior), que constituiu uma estrutura denominada "Horst Dômico", há 123 milhões de anos. Neste lugar teve início a primeira exploração e produção do ferro (metalurgia) no Brasil, iniciada em 1586 com a descoberta do mineral magnetita por Afonso Sardinha, e ampliada em 1810 com a criação da Real Fábrica de Ferro de São João do Ipanema (Real Fundição Ypanema). O minério era retirado da magnetita que ocorre associada ao corpo ultrabásico de natureza miasquítica, provavelmente associando um carbonatito que, ao ser erodido, deixou como produto os nódulos do referido mineral, sendo estes posteriormente carregados pelo Ribeirão do Ferro para onde foram encontrados em 1586.