Petróleo contamina e mata milhares de pingüins
Petróleo contamina e mata milhares de pinguins que
chegaram da argentina no litoral uruguaio
Ao menos de 200 animais encontrados vindos da Argentina
chegaram ao litoral uruguaio cobertos de óleo, podendo
milhares poderão aparecer mortos em outras praias nos
próximos dias.
Cerca de 200 pinguins vindos do sul da Argentina foram
encontrados nos últimos dias no litoral do leste do
Uruguai cobertos de óleo. A maioria morreu, mas algumas
dezenas deles foram resgatados, segundo ONG que atendeu
os animais.
| Pinguins apresentam sintomas de desidratação e hipotermia |
Os pinguins, resgatados no litoral de Piriápolis, Rocha
e Maldonado, apresentavam sintomas de desidratação e
hipotermia por causa do dano causado por manchas de
petróleo, disse o porta-voz da sociedade para a
conservação da biodiversidade de Maldonado (Socobioma),
Daniel Donate.
As manchas de petróleo são geradas durante as tarefas de
limpeza dos tanques e das salas de máquinas dos navios
em alto-mar e afetam as aves quando elas cruzam a região
em seu processo migratório do sul da Argentina em
direção ao Brasil.
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Mais petróleo derramado no mar, agora na China comunista. O golfo, continua o derramamento de petróleo a mais de 100 dias, embora dizem que conseguiram parar vazamento, o petróleo é o maior causador do aquecimento global, mas os governos insistem em colocar em risco a vida do planeta. Se população não tomar atitudes, os governantes mundiais destruirão o planeta. |
As aves, da espécie Magalhães, atravessam as águas todos
os invernos austrais, mas há vários anos muitas delas
são contaminadas pela poluição e morrem no litoral
uruguaio.
"Os animais chegam muito frágeis e mortos de frio,
porque as manchas de petróleo em suas penas fazem com
que percam a gordura que as protege das baixas
temperaturas da água", explicou Donate.
Há oito anos, o Socobioma recupera entre 50 e 70
pinguins nesta época de ano (apenas um terço dos animais
afetados pela poluição nas águas uruguaias), segundo a
ONG.
As aves resgatadas passam entre 20 e 30 dias nas
instalações até serem reabilitadas e libertadas outra
vez ao oceano, para que continuem a viagem em direção às
águas brasileiras, mais quentes que as argentinas


