Pesquisar  Meio Ambiente Ciência Duvidas Noticias Home

  

Desaparecidos

Emprego Endereços Úteis Bate Papo Fale Conosco

Noticias TV Jornais e Revistas

Noticias Gerais
Aquecimento global
Ciência
Cotidiano
Destaque
Educação
Esportes
Especiais
Economia
Internet
Mundo
Política
Meio Ambiente
Saúde
Super gatas
Tecnologia
Turismo
Vida Animal
 
Animais Peixes
Astronomia
Carta ao Leitor
Culinária
Desaparecidos
Endereços Uteis
Plantas Medicinais
Emprego
Fale conosco
Mandamentos
Mulher
Piadas
Sites de Busca
Cidades
 

 

 

Veja Planetas

 

Estudo liga genes e contexto social a violência entre homens

da Efe, em Washington

Cientistas norte-americanos detectaram três genes que, aliados com o contexto social (família e amigos), desencadeariam a violência entre jovens homens. A afirmação é de um estudo divulgado nesta terça-feira pela revista "American Sociological Association".

Frank Polich/Reuters


O grupo de cientistas da Universidade da Carolina do Norte afirmou que esses genes são o 2R, uma variação do gene MAOA, o transportador de dopamina (DAT1) e o receptor de dopamina (DRD2).

As mutações desses genes apareceram, sobretudo, em crianças que passavam por situações sociais como repetência escolar ou mesmo não fazer refeições diárias com um dos dois pais, por exemplo.

A pesquisa utilizou dados fornecidos pelo estudo Longitudinal e Nacional da Saúde de Adolescentes, que incluiu cerca de 1.100 jovens homens que responderam a perguntas pessoais e deram amostras de sangue.

Os cientistas definiram como violência lesões que precisaram de tratamento médico, o uso de algum tipo de armas para roubar, participação em brigas entre grupos, atirar ou apunhalar alguém, dano deliberado de propriedade alheia e ameaças com algum tipo de arma.

Os três genes estiveram vinculados às explosões de violência, mas principalmente em jovens que sofreram algum tipo de pressão, sobretudo problemas familiares, rejeição ou mau rendimento escolar. Segundo os pesquisadores, a relação com os genes foi muito específica na maioria dos casos de violência juvenil.

Eles apontaram como exemplo que a reação ao repetir um curso dependeria de uma mutação do gene MAOA no jovem em questão. Por outro lado, uma certa mutação do DRD parecia entrar em atividade quando de forma regular o jovem não compartilhava os jantares com sua família.

"Mas se alguém tem um pai ou mãe que compartilha com ele o jantar ou outro tipo de refeição, o risco desaparece", indicou Guang Guo, professor de sociologia que dirigiu o estudo. "Fazer refeições em família demonstra um interesse paternal. Sugere que a presença dos pais é muito importante", acrescentou.

Guo afirma que talvez seja recomendável que as crianças mais vulneráveis tivessem alguém que representasse a figura paterna perante a ausência dos genitores.

Segundo os cientistas, o resultado da pesquisa, que seria a primeira que vincula as variações moleculares genéticas com a delinqüência, "aumenta de maneira significativa" a "compreensão da conduta violenta ou delinqüente".

Além disso, "ressalta a necessidade de considerar de forma simultânea as origens sociais e genéticas" de uma pessoa.

 

 

Noticia do Brasil e do Universo

Tecnologia - Economia- Esportes | Mundo | Ciência | Internet ||  Meio/Ambiente || Educação ||Destaque| Politica|| Saúde  |  Aquecimento Global  |  Vida Animal  | Cotidiano

 
 
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Copyright © 1999 [Ache Tudo e Região]. Todos os direitos reservado Revisado em: 03 janeiro, 2019      Resolução mínima 800x600