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Pterossauro não podia voar, diz especialista
Os pterossauros, famosos répteis pré-históricos
com asas, não podiam voar. É o que diz o
cientista japonês Katsumi Sato, da Universidade
de Tóquio.
A revista científica britânica "New Scientist"
explica nesta quarta-feira a hipótese de Sato,
que jogaria por terra a crença de que os
pterossauros, que poderiam pesar até 250 quilos,
eram como dragões cruzando os céus há 200
milhões de anos.
Reprodução/

Apesar de terem asas, os lendários pterossauros
seriam animais de hábitos terrestres, segundo
estudo da Universidade de Tóquio
Sato chegou a esta conclusão após estudar o vôo
de 28 aves de cinco espécies diferentes nas
ilhas Crozet, entre Madagascar e a Antártica.
O cientista colocou pequenos acelerômetros
--dispositivos que medem a aceleração e a força
da gravidade-- nas asas dessas aves, entre as
quais se encontrava o albatroz-errante, a maior
espécie capaz de voar na atualidade.
Segundo o cientista japonês, a velocidade máxima
à qual um animal pode bater suas asas está
limitada pela força dos músculos e diminui nas
espécies mais pesadas de longas asas.
Por isso, Sato assegura que os animais com mais
de 40 quilos seriam incapazes de bater as asas
suficientemente rápido para permanecer no ar.
Além de acelerar a pesquisa com os biorreatores,
Rehen e Lygia Pereira afirmam que sua nova
linhagem de células já é desenvolvida evitando o
uso de material biológico não-humano. Assim elas
já são mais adequadas para uso em testes
clínicos no futuro, uma vantagem em relação às
células-tronco de 1998 obtidas pelos cientistas
americanos pioneiros.
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