Indicação para novas usinas nucleares(bombas nucleares)
deve sair
A Eletronuclear deve enviar até o próximo mês ao
Ministério de Minas e Energia um estudo apontando as
regiões em que serão construídas as próximas usinas
nucleares no País. Segundo o assistente da presidência
da Eletronorte, Leonam Guimarães, serão indicadas,
inicialmente, cinco microrregiões na Bahia, Alagoas,
Sergipe e Pernambuco. Após a conclusão de outros
levantamentos, o governo deve definir os locais exatos
em que serão construídas as usinas.
Toda a área escura no planeta é a contaminação de apenas uma usina
nuclear, o ministério público tem que agir ou teremos
três bombas nucleares no Brasil. Uma explosão toda a
fauna e flora estará perdida, por milhares de anos. Os
riscos são grandes demais para arriscar, diz
ambientalista.
Guimarães informou que atualmente estão sendo estudadas
microrregiões nas quais é possível instalar uma central,
com uma análise do litoral e dos vales dos grandes rios,
como o São Francisco e o Sergipe. "Até fevereiro, vamos
enviar ao governo [as conclusões do estudo]", disse o
assistente, que participou nesta segunda-feira do
Seminário Nacional de Energia Nucelar, no Rio de
Janeiro.
De acordo com o representante da Eletronuclear, nas
próximas etapas serão feitos levantamentos mais
aprofundados, incluindo pesquisa de campo de cada uma
das microrregiões apontadas, além do desenvolvimento de
relatórios de impacto ambiental. Ao fim de todo o
processo, o governo, "a quem cabe a decisão política",
se encarregará de escolher os locais específicos para
construção das usinas.
Guimarães informou que a Eletronuclear deve iniciar
neste ano estudos para a construção de outras usinas na
região Sudeste. A estatal negocia um novo contrato com a
Coordenadoria dos Projetos de Pós-Graduação de
Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ)
para elaboração das pesquisas. "Ainda não começamos, mas
vamos começar a estudar [essa região] neste ano. Espero
que no ano que vem tenhamos condição de apontar os
locais", falou.
Diga não as usinas nulcleares