Pesquisar

Meio Ambiente

Lixo

Endereços úteis

sAnuncie

Bate Papo

HOME

Lixo Recicle Emprego Astronomia Desaparecidos Noticias Fale Conosco

Noticias

Noticias Gerais
Aquecimento global
Ciência
Cotidiano
Destaque
Dinossauros
Educação
Esportes
Especial
Economia
Internet
Mundo
Política
Meio Ambiente
Saúde
Super gatas
Tecnologia
Turismo
Vida Animal

Meio Ambiente

O que é Meio Ambiente
Declaração do Ambiente
Aqüíferos
Água o liquido precioso
Anfíbios
Arvores
Animais Pré-histórico
Animais em extinção
Aves
Baleias  ancestrais
Cães
Celenterados ou Cnidários
Cobras
Crustáceos
Donativos voluntários
Equinodermos
Gatos
Grandes Felinos
Insetos
Macacos
Mamíferos em geral
Moluscos
Oceanos e Rios
Peixes água doce
Peixes água salgada
Poríferos
Protozoários
Répteis em geral
Tartarugas
Vídeos de Animais

Estados do Brasil

Acre
Alagoas
Amapá
Amazonas
Bahia
Ceará
Distrito Federal
Espírito Santo
Goiás
Mato Grosso do Sul
Mato Grosso
Maranhão
Minas Gerais
Paraíba
Pará
Paraná
Pernambuco
Piauí
Rio De Janeiro
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
Roraima
São Paulo
Santa Catarina
Sergipe
Tocantins

Serviços

Árvore
Bolsa Dolar Euros outros
Carta ao Leitor
Ciência
Culinária
Desaparecidos
Descobrimento do Brasil
Emissoras de Rádios
Endereços Úteis
Historia do Brasil
Globalização
Lixo Recicle
Mandamentos
Mapa do Brasil
Meio ambiente
Mulher
Paises
Plantas Medicinais
Piadas
Política
Olimpíadas
Patologia
Sites de Busca
Truques do amor
Vídeos
Nossa Historia

 

Transforme sua Cidade em um paraíso

 

 
 

 
 
   

Noticias de economia



Dólar cai a R$ 1,69 e fecha no menor nível desde antes da crise

O dólar deslizou abaixo de R$ 1,70 nesta quinta-feira, terminando setembro em um patamar inédito desde o agravamento da crise global, há dois anos, quando o banco americano Lehman Brothers entrou em colapso. A moeda americana caiu 0,76%, para R$ 1,692. É o menor fechamento desde o começo de setembro de 2008.

No mês, o dólar acumulou baixa de 3,7%. No terceiro trimestre, a desvalorização foi de 6,2%. No ano, a queda é de 2,9%

A alta do real acompanha o movimento recente de outras moedas no exterior, diante da expectativa de que o Federal Reserve (FED, banco central americano) anuncie novas medidas de estímulo à economia dos Estados Unidos.

Nesta quinta-feira, o mercado foi influenciado também pela definição da última Ptax (taxa média de câmbio) do mês, usada como referência para a liquidação de futuros e derivativos.

Na BM&FBovespa, os investidores estrangeiros exibiam quase US$ 16 bilhões em posições vendidas em dólar futuro e cupom cambial (DDI), ou cerca de 320 mil contratos. Essas posições se favorecem com a queda do dólar.

A rotina de intervenção do governo permaneceu a mesma, com dois leilões de compra de dólares por parte do Banco Central durante os negócios, apesar da expectativa por medidas adicionais caso a moeda americana caísse abaixo de R$ 1,70.

Olho no exterior e eleições
As compras do BC absorveram ao longo do mês o expressivo fluxo de dólares ao País, direcionado principalmente à oferta de ações da Petrobras e a uma série de emissões corporativas.

A estratégia, no entanto, não conseguiu fazer frente à tendência global de queda do dólar. Nas próximas semanas, o quadro externo deve continuar no foco dos investidores.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) reúne-se em 8 e 9 de outubro e deve discutir a intervenção de vários países dentro do que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, chamou de "guerra cambial". Em novembro, líderes do G20 encontram-se na Coreia do Sul e podem abordar o tema.

No meio tempo, em 2 e 3 de novembro, o FED tem uma reunião de política monetária e pode aplicar novos estímulos à economia.

Segundo o presidente do BC, Henrique Meirelles, novas medidas dos EUA para aumentar a oferta monetária intensificariam o fluxo para emergentes. "Não podemos simplesmente permitir que as nossas economias sejam desequilibradas enquanto permitimos que outras economias sejam equilibradas", disse ao Reuters Insider.

Além do cenário global, o mercado presta atenção às eleições presidenciais para tentar medir o "timing" de uma intervenção mais agressiva por parte do governo.


"Passando a eleição, se der (definição) no primeiro turno, vamos ver se o governo vai aumentar Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), ou (impor) prazos mínimos de permanência de recursos no país. Não sei se tomaria uma medida muito mais complexa", disse João Medeiros, diretor de câmbio da corretora Pioneer.

A possibilidade de que o governo aumente a taxação sobre o capital estrangeiro em ações e renda fixa foi apontada nos últimos dias como um fator que acelerou a entrada de capitais no País, em um movimento de antecipação.

Flavia Cattan-Naslausky, do RBS Securities, é cética sobre o uso de mecanismos heterodoxos. "É difícil pensar que Dilma (Rousseff, se eleita) elevaria o IOF como primeira política de seu novo governo e perderia a confiança inicial do que provavelmente será uma agenda pragmática", avaliou.

Os analistas Clyde Wardle e Marjorie Hernandez, em relatório do HSBC, comentaram ainda que um eventual segundo turno pode ampliar as incertezas.

 

Opine pela inteligência  ( "PLANTE UMA ÁRVORE NATIVA")

 

Conheça o Ache Tudo e Região  o portal de todos Brasileiros. Coloque este portal nos seus favoritos. Cultive o hábito de ler, temos diversidade de informações úteis ao seu dispor. Seja bem vindo , gostamos de suas críticas e sugestões, elas nos ajudam a melhorar a cada ano.

 

Faça parte desta comunidade, venha para o Ache Tudo e Região 
 
 
 

Copyright © 1999 [Ache Tudo e Região]. Todos os direitos reservado. Revisado em: 19 dezembro, 2023. Não nos responsabilizamos pelo conteúdo expresso nas páginas de parceiros e ou anunciantes. (Privacidade e Segurança) Melhor visualizado em 1024x768