Consumidores podem adquirir produtos sem pôr a mão no
bolso
Pagar está em baixa. Pagar caro, então, nem pensar. Além
da crise, que tem desestimulado compras, a chamada
"economia grátis" (ou "freeconomics", como cunhou a
revista "Wired"), surgida na internet, está chegando ao
mundo real.
Neste videocast, a repórter do Vitrine (conteúdo
exclusivo para assinantes do jornal e do UOL) Débora
Mismetti fala sobre uma nova maneira de adquirir o
produto sem, muitas vezes, pôr a mão no bolso. Ela
também explica o que é o "neofrugalismo", um termo que
surgiu com a crise global. Veja video
A reportagem sobre "economia grátis" explica que, muitas
vezes, empresas oferecem produtos sem cobrar nenhuma
taxa, como estratégia para atrair o cliente. Isso
acontece, por exemplo, com as operadoras de celular,
quando "dão" o celular ao consumidor em troca da sua
fidelidade a um contrato. O chamado subsídio cruzado.
O Vitrine traz também uma reportagem que fala sobre o "neofrugalismo",
uma tendência que emergiu há alguns anos e ganhou
difusão a partir de 2007. Já foi batizada de
essencialismo, simplicidade, nova austeridade.
Entretanto, reforçada pela crise global, agora veste "neofrugalismo".
Seguindo essa tendência, hábitos como cozinhar em casa e
costurar estão de volta com tudo. Um "pão-durismo"
seletivo, hoje em dia, é considerado consumo consciente.