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Catorze anos de
ditadura comunista deixam economia da Venezuela em
frangalhos
Morte do ditador Chávez
pode representar um novo começo para a economia
venezuelana, que foi dilacerada por mais de uma
década de sucateamento da indústria, deterioração
fiscal, inflação e corrupção.
O legado de 14 anos de governo do presidente
venezuelano Hugo Chávez, declarado morto na tarde
desta terça-feira após uma longa batalha contra o
câncer, será um fardo difícil de ser revertido - ao
menos no campo econômico. O caudilho iniciou sua
gestão em fevereiro de 1999 e desde então levou a
cabo um processo doloroso de estatização,
sucateamento da indústria e descontrole de gastos
públicos. Ao longo de mais de uma década, a economia
sobreviveu graças à receita proveniente do petróleo
e ao setor de serviços. O consumo se manteve
impulsionado, sobretudo, pelos programas
assistencialistas - o que fez a inflação se manter
acima de 20% durante todo o seu governo, segundo
dados do Fundo Monetário Internacional (FMI).
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Hugo chaves, nada
representou ao mundo, apenas sua figura
sinistra de golpista e ditador. Para os
comunistas uma perda para o mundo, um alívio.
Foto; colunas.revistaepoca.globo.com
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Na avaliação do economista Moisés Naím, Chávez deixa
o país em uma situação dramática. "Nunca um líder
latino-americano perdeu tanto dinheiro, gastou tão
mal os recursos e usou de maneira tão incorreta o
poder que lhe foi dado", disse Naím ao Wall Street
Journal. Chávez deixa um país politicamente dividido,
dependente das importações - sobretudo dos Estados
Unidos -, e com a menor média de crescimento per
capita do Produto Interno Bruto (PIB) e maior
inflação do que qualquer outro país da América
Latina, exceto o Haiti, de acordo com um estudo
feito pelo departamento de Desenvolvimento
Internacional da Universidade de Harvard.
Apesar de
contar com as maiores reservas de petróleo do mundo,
a participação da Venezuela no total produzido pelos
membros da Organização dos Países Exportadores de
Petróleo (OPEP) caiu de 4,8% para 3% durante o
governo Chávez. O caudilho falhou em diversificar a
economia venezuelana - ou melhor, nem ao menos
tentou. O petróleo é, hoje, responsável por 50% das
receitas do governo - e a fonte desses recursos é,
quase que inteiramente, a estatal PDVSA. "A PDVSA se
tornou uma empresa solitária na Venezuela. E isso
aconteceu porque o estado se tornou o principal
motor econômico, tirando o setor privado do jogo. E
nada, nem na Venezuela, e menos ainda na PDVSA, é
muito transparente", afirma o economista Federico
Barriga, da Economist Intelligence Unit (EIU).
O Brasil segue o mesmo rumo da
Venezuela, sendo comandado por comunistas do (PT) a
12 anos sem crescer, educação, segurança, saúde e
liberdade de imprensa, passando de ruim para pior.
Pedimos sua atenção:
Novo sistema de governo (inventado)
para o Brasil é (Apolítico), ou seja, sem políticos,
troque a irresponsabilidade pela responsabilidade, de o
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