|
|
|
|
Programa de internet banda
larga não é "nova estatização", diz ministro
O ministro das Comunicações, Hélio Costa, disse nesta quarta-feira que o
programa do governo de levar internet banda larga a todo o país não é "uma nova
estatização" da infra-estrutura. Ele ressaltou que isso não prejudicará as
empresas privadas.
"A maneira como nós estamos trabalhando deixa muito claro que não se trata da
utilização de um espaço do governo para novamente estatizar", afirmou.
A idéia do programa, que ainda está em estudo, é aproveitar redes de fibra ótica
já existentes e detidas por estatais como a Petrobras e a Eletrobrás. Costa
disse que a tendência é que a Telebrás seja a responsável pela gestão do
programa, mas frisou que não há nada decidido.
"Precisamos de uma estrutura governamental que possa fazer a gestão da banda
larga. O mais fácil de resolver é a Telebrás", disse.
O ministro estimou que o programa custará cerca de R$ 3 bilhões, dos quais R$ 1
bilhão deverá vir das empresas de telefonia fixa. Na semana passada, a Anatel
(Agência Nacional de Telecomunicações) aprovou proposta que modifica as
obrigações de universalização das teles que, ao invés de instalarem pontos de
telefonia, terão que levar banda larga aos municípios.
Anatel
O ministro disse ainda que levará ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva nomes
para o conselho da Anatel que tem um posto vago desde a saída do conselheiro
José Pereira Leite. Entre os cotados está o superintendente de Serviços Privados
da agência, Jarbas Valente.
|
|
|
|
|