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Metrovi�rios de SP recusam proposta e podem entrar
em greve
Categoria ainda ter� reuni�o no TRT com Metr� e
assembleia est� marcada para 18h30. Nova proposta
foi apresentada no per�odo de 20 dias dado pelos
trabalhadores.
Metrovi�rios paulistanos recusaram nesta ter�a-feira
a contraproposta da Companhia do Metropolitano de
S�o Paulo (Metr�) para as reivindica��es
trabalhistas feitas pela categoria. Uma reuni�o de
concilia��o est� marcada para 15h no Tribunal
Regional do Trabalho de S�o Paulo (TRT-SP). Caso as
negocia��es n�o avancem, uma nova greve no metr�
pode ser deflagrada a partir de 0h de amanh� (24).
Os
metrovi�rios decidem sobre a paralisa��o em
assembleia marcada para as 18h30 na sede do
Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de
Transportes Metrovi�rios de S�o Paulo. No come�o do
m�s, os trabalhadores adiaram por 20 dias o in�cio
de uma poss�vel greve depois de reuni�o no TRT-SP,
na qual a companhia se comprometeu a apresentar nova
proposta esta semana.
Para o diretor executivo do sindicato, Alex
Fernandes, no entanto, a nova proposta n�o avan�ou
em rela��o � primeira. �Para nossa surpresa, essa
proposta � a mesma feita anteriormente. N�s
encerramos a greve de maio com a pend�ncia de que em
120 dias ir�amos negociar uma participa��o nos
resultados igualit�ria e a discuss�o da jornada de
trabalho�, explicou.
Diariamente, 4,3 milh�es de pessoas usam as cinco
linhas do metr� de S�o Paulo, que tem 74,2 km de
extens�o, de acordo com a assessoria de imprensa do
�rg�o. Uma das linhas (4 � Amarela), no entanto, �
operada por uma concession�ria. Em maio deste ano, a
interrup��o do funcionamento do metr� paulistano
provocou tumulto e quebra-quebra na zona leste, a
mais populosa da capital. A paralisa��o provocou
congestionamento recorde na cidade.
Os metrovi�rios querem participa��o igualit�ria nos
lucros e resultados (PLR) para todos os funcion�rios
e ajuste das jornadas de trabalho. A proposta
entregue ontem (22) pelo Metr� aponta a antecipa��o
do pagamento da PLR, de 30 de abril para 28 de
fevereiro de 2013, o que, segundo a companhia, era
uma reivindica��o dos trabalhadores.
De acordo com a assessoria de imprensa do �rg�o, a
forma de distribui��o proposta pelo Metr� � composta
por uma parcela vari�vel de 40% sobre o sal�rio base
e uma parcela fixa de R$ 3.062,21.
O representante dos trabalhadores argumenta que o
modelo defendido para PLR pela empresa privilegia
cargos de chefia. �O que existe hoje � uma propor��o:
parcela fixa mais 40% do sal�rio. Isso beneficia os
altos sal�rios. Queremos uma participa��o nos lucros
igualit�ria�, esclarece Alex Fernandes.
Segundo o Metr�, em rela��o � jornada de trabalho, a
proposta anterior foi alterada pela companhia para
padronizar as escalas, �respeitando as jornadas
vigentes de, no m�ximo, 36 e 40 horas�, assinala o
documento. Os trabalhadores, por sua vez, pedem que
todos contratos sejam de 36 horas. �At� assinamos o
acordo para meia hora de almo�o, desde que o Metr�
fa�a a redu��o da jornada de todo o quadro�, prop�e
Alex. Agencia Brasil
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