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Moedas do Mundo - Indicadores

 

Gera��o de empregos no Brasil tem menor n�vel desde 2009

A economia brasileira gerou 1.301.842 empregos formais no ano de 2012, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta sexta-feira. O n�mero, 33% menor em compara��o � gera��o verificada no ano passado, � tamb�m o mais baixo j� registrado desde 2009, quando foram criados 1,9 milh�o de novas vagas. O governo j� havia revisado duas vezes a previs�o de cria��o de empregos, sendo que a �ltima era de 1,4 milh�o de novas vagas.

Considerando o m�s de dezembro de 2012, houve redu��o de 496.944 vagas, uma queda de 1,27% em rela��o ao estoque verificado em novembro. O resultado j� era esperado por se tratar de um m�s com sazonalidade negativa, como entressafra agr�cola, t�rmino do ano escolar e esgotamento da bolha de consumo no final do ano.
Foto: g1.com

De acordo com os n�meros do Caged, o setor de servi�os foi, mais uma vez, aquele que mais criou empregos formais no ano passado. Foram 666 mil novos postos de trabalho com carteira assinada. Em seguida vieram o com�rcio (372 mil vagas), constru��o civil (149,2 mil postos) e ind�stria de transforma��o (86,4 mil vagas). A agricultura criou apenas 4,9 mil novos postos de trabalhos, bem abaixo das 85 mil vagas criadas em 2011.

 

A regi�o Sudeste apresentou cria��o de 655 mil postos formais, enquanto a regi�o Sul teve 234 mil novas vagas. O Nordeste abriu 190 mil postos de trabalho e o Centro-Oeste, 150 mil. O Norte, por sua vez, abriu 71,2 mil novos empregos com carteira assinada. Apesar de o n�mero absoluto ser o menor na compara��o com outras regi�es, o Norte vem apresentando crescimento constante na gera��o de empregos. Em termos relativos, as maiores taxas de crescimento ocorreram em Roraima (8,45%) e Amap� (8,39%).

Sal�rios

Em 2012, os sal�rios m�dios de admiss�o apontaram um aumento real de 4,69%, em rela��o ao ano de 2011, ao passarem de R$ 966,45 para R$ 1.011,77. Para os homens, o aumento real do sal�rio m�dio de admiss�o foi de 4,74%, abaixo do aumento registrado para as mulheres, que foi de 4,94%. No entanto, a diferen�a entre os Patologias voltou a subir. No ano passado, as mulheres ganharam 85,97% do sal�rio dos homens.


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