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Palmeiras tenta conter
desespero e pressão após 1ª derrota
Após renovar sua
esperança de permanecer na primeira divisão do
Brasileiro com duas vitórias no torneio sob o comando de
Gilson Kleina, o Palmeiras perdeu por 3 a 0 para o São
Paulo, no sábado, com atuação bem abaixo do esperado.
E a semana seguinte à primeira derrota do técnico no
clube tem sido usada para minimizar os efeitos do
tropeço no Morumbi. O discurso é de ter calma mesmo
diante do grande risco de rebaixamento.
"Tivemos um resultado negativo no jogo passado, mas
precisamos estar muito cientes e tranquilos. Não adianta
desespero e pressão, isso só vai tornar pior", avisou
Tiago Real. "Temos que saber da nossa responsabilidade,
o clube é muito grande, mas precisamos estar muito
tranquilos. Não podemos deixar que a pressão nos afete."
"Tivemos um resultado negativo no jogo passado, mas
precisamos estar muito cientes e tranquilos. Não adianta
desespero e pressão, isso só vai tornar pior", avisou
Tiago Real. "Temos que saber da nossa responsabilidade,
o clube é muito grande, mas precisamos estar muito
tranquilos. Não podemos deixar que a pressão nos afete."
As cobranças para evitar uma nova disputa da Série B,
porém, seguem intensas. O Palmeiras esteve na zona de
rebaixamento em 22 das 28 rodadas já disputadas do
Brasileiro e ocupa atualmente a antepenúltima colocação,
a seis pontos do Coritiba, primeiro clube a aparecer
fora da faixa de descenso. E restam dez jogos para o
time evitar a queda.
A pressão parece ter afetado até Kleina, que prometia
não mudar a estrutura tática do time, mas optou por
escalar um apático Daniel Carvalho para adiantar
Valdivia no clássico contra o São Paulo. A marcação se
tornou individual e ficou frouxa. Com espaço, o time
tricolor fez 2 a 0 no primeiro tempo e, quando o técnico
reajustou a equipe na volta do intervalo, rapidamente
perdeu Artur, expulso, e Valdivia, machucado, terminando
a disputa com dois a menos.
Para correções futuras, a análise principal é em relação
ao cartão vermelho de Artur. "Nossa equipe é muito
tranquila. Batemos muito na tecla de começar e terminar
os jogos com 11. Perdendo um jogador, a partida se torna
muito difícil. Já é difícil com número igual ao
adversário", falou Tiago Real.
Nesta terça-feira, o elenco embarca para Araraquara,
cidade onde enfrentará o Coritiba na quinta-feira. A
ideia é ter os ânimos acalmados para conseguir neste
confronto direto uma das seis vitórias que faltam para
evitar o rebaixamento, nas contas da comissão técnica.
"Na quinta-feira, temos um confronto que todos sabem que
é uma final. Precisamos ter o melhor desempenho possível
para diminuirmos a diferença para o Coritiba", disse
Tiago Real, até tirando o valor das conversas dos
jogadores sobre a situação do clube.
"Cada um tem a sua consciência, não precisamos ficar
comentando. Temos que procurar a vitória para sairmos
dessa zona tão incômoda em que estamos há algum tempo.
Precisamos dar a resposta o mais rápido possível para o
ano terminar feliz", apontou.
Gazeta esportiva
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