Pesquisar  Meio Ambiente Ciência Duvidas Noticias Home

  

Desaparecidos

Emprego Endereços Úteis Bate Papo Fale Conosco

Noticias TV Jornais e Revistas

Noticias Gerais
Aquecimento global
Ciência
Cotidiano
Destaque
Educação
Esportes
Especiais
Economia
Internet
Mundo
Política
Meio Ambiente
Saúde
Super gatas
Tecnologia
Turismo
Vida Animal
 
Animais Peixes
Astronomia
Carta ao Leitor
Culinária
Desaparecidos
Endereços Uteis
Plantas Medicinais
Emprego
Fale conosco
Mandamentos
Mulher
Piadas
Sites de Busca
Cidades

  /td>

 

 


Planos de saúde da região de Ribeirão Preto são multados em quase R$ 1 milhão


Rescindir contrato sem aviso prévio, impedir exames médicos e não garantir cobertura a cirurgias foram algumas das infrações cometidas por nove operadoras de planos de saúde com sede na região de Ribeirão Preto nos últimos oito meses, que resultaram em quase R$ 1 milhão em multas.

Outro lado: Operadoras de Plano de Saúde dizem que estão recorrendo
Desde junho de 2008, quando foi instalado em Ribeirão Preto o Núcleo Regional de Atendimento e Fiscalização da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), a agência aplicou R$ 957.070 em multas a planos de saúde da região. O levantamento foi feito pela Folha com base em publicações do "Diário Oficial" da União entre junho de 2008 e ontem.

No período, foram 23 multas e uma advertência aplicadas a empresas com sede em Ribeirão, Franca, Araraquara, Sertãozinho, São Carlos e Bebedouro, numa média de R$ 119 mil por mês. As penalidades são motivadas por reclamações dos usuários dos planos.

O levantamento considera apenas as multas aplicadas aos planos de saúde que têm sede na região. O núcleo regional é também responsável pela fiscalização em outras regiões do Estado e do Triângulo Mineiro. Considerando todas as infrações aplicadas entre junho e dezembro do ano passado, incluindo todas as regiões, o valor total de multas chega a R$ 5,2 milhões, segundo a ANS.

Segundo Héliton Milian Silveira, chefe do núcleo em Ribeirão, a multa ocorre pelo chamado "vício de cobertura": as operadoras deixam de realizar procedimentos médicos que estavam incluídos no contrato com o cliente.

"Mais atrás vêm os reajustes indevidos e a rescisão unilateral de contrato", disse Silveira. Para ele, há muitas infrações que passam despercebidas. "Nossa fiscalização é pequena, há mais infrações que poderiam ser punidas."

A São Francisco Clínicas, com 11 infrações, e a Unimed, com dez --em cinco cidades diferentes--, lideram o ranking de multas aplicadas na região.

As multas, no entanto, não são garantia de que o usuário do plano de saúde terá seu exame feito ou contratos ajustados. "Essa punição tem a finalidade de trazer à operadora a vontade de não repetir a infração. Não temos ferramentas para impor que a operadora faça ou deixe de fazer algo. Quem pode obriga-la é o Judiciário."

Para Antônio Carlos Rodrigues, advogado especializado na área de planos de saúde, apesar da lei que regulamentou o setor, há abusos. "A [lei] 9.656 trouxe uma série de regulamentações que melhoraram a relação entre empresas e clientes. Mas os abusos continuam."

A lei 9.656 passou a valer em 1999 e impôs regras às operadoras, como deixar de limitar as consultas e obrigar a tratar consumidores com doenças preexistentes. Segundo ele, a portabilidade de carências, que passa a valer em abril, deve trazer mais reclamações e conflitos.
 




 

Noticia do Brasil e do Universo

Tecnologia - Economia- Esportes | Mundo | Ciência | Internet ||  Meio/Ambiente || Educação ||Destaque| Politica|| Saúde  |  Aquecimento Global  |  Vida Animal  | Cotidiano

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Copyright © 1999 [Ache Tudo e Região]. Todos os direitos reservado Revisado em: 27 julho, 2025      Resolução mínima 800x600