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Brasil é 2º país latino-americano mais atrativo para turismo, diz estudo
da Efe, em Genebra
O Brasil é o segundo país latino-americano mais bem
posicionado no índice sobre competitividade e atratividade
turística elaborado entre 133 nações, ficando em 45º lugar,
de acordo com relatório elaborado pelo Fórum Econômico
Mundial e divulgado nesta quarta-feira.
O relatório destaca que o Brasil é o país com a fauna mais
diversa do mundo e com um notável interesse e preocupação
com a sustentabilidade, mas critica as altas taxas e
impostos e, principalmente, a insegurança --o relatório
considera que a segurança é o fator que mais incide na
avaliação e na perda de atratividade da região.
O primeiro país latino-americano melhor colocado é a Costa
Rica, em 42ª lugar, enquanto, depois do Brasil, os que
possuem maior competitividade e atratividade turística são
México (51ª posição); Chile (57ª); Argentina (65ª); e
Venezuela (104ª).
A competitividade turística da América Latina melhorou no
último ano, mas a região precisa investir em segurança para
aumentar sua atratividade, diz o texto.
Todos os países latino-americanos possuem excelentes
recursos naturais, e muitos monumentos de algumas nações
foram incluídos na lista do Patrimônio Mundial da Humanidade
da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a
Ciência e a Cultura).
"Falta a eles uma consciência ambiental mais forte. Isso,
atualmente, é muito importante", explicou à agência de
notícias Efe a especialista Jennifer Blanke, co-autora do
relatório junto a Thea Chiesa. "No entanto, não devemos
esquecer que todos melhoraram e subiram posições", afirmou.
A lista de países mais atrativos e competitivos continua
liderada por Suíça, Áustria e Alemanha, que possuem o meio
ambiente, as infraestruturas e as legislações mais propícias
ao desenvolvimento do turismo, segundo o Fórum.
Na relação, elaborada com dados de 2008, a França é o país
que mais subiu de posições, passando do 10º ao 4º lugar.
Em quinto está o Canadá; em sexto, a Espanha; em sétimo, a
Suécia; em oitavo, os Estados Unidos; e em nono, a
Austrália, a nação que mais piorou, já que, no ano passado,
estava na quarta colocação.
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