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Tartarugas, baleias e ambientalismo na
Praia do Forte
Praia do Forte, a 50 quilômetros de Salvador, é um
símbolo de sustentabilidade e respeito ao meio-ambiente.
Ali funcionam dois projetos pioneiros no Brasil: o
primeiro eco-resort brasileiro e o Projeto Tamar,
referência na proteção de tartarugas marinhas no Brasil.
Ambos se localizam na praia que deu o nome à vila local.
O Projeto Tamar é o principal ponto turístico local que,
de suas 21 bases, tem na Praia do Forte aquela com
melhor estrutura para receber turistas.

Há visitas orientadas, salas de vídeo, aquários, lojas e
restaurantes. Quem for entre os meses de setembro e
março terá a oportunidade de observar biólogos
trabalhando nos ninhos de tartarugas. Já no verão,
filhotes saem das cascas e seguem ao mar. Na área da
praia chamada de Papa-Gente, recifes de corais formam
fabulosas piscinas naturais de águas transparentes, com
grande variedade de peixes.
O segundo empreendimento de vocação ambientalista é
Praia do Forte EcoResort & Thalasso Spa. Seu ambiente
rústico, combinando simplicidade com luxo, está em
completa harmonia com o santuário ecológico local. A sua
política ambientalmente correta contempla coleta
seletiva, projetos de desenvolvimento com as comunidades
locais e uso consciente da energia.
Entre os meses de julho e outubro podem ser feitos
passeios com o Instituto Baleia Jubarte. Biólogos
organizam palestras e acompanham turistas em saídas ao
mar para ver de perto as baleias, grandes mamíferos que
aproveitam as águas quentes para procriar.
Outras atividades vinculadas à natureza estão
disponíveis na Reserva Ambiental de Sapiranga, que pode
ser percorrida a pé, a cavalo, de bicicleta ou de
quadriciclo. Há ainda boia-cross e tirolesa pelo rio
Pojuca. Ainda, ao longo dos 14 km da Praia do Forte,
surfistas poderão encontrar alguns bons points.
Quem desejar mais movimento, deve escolher a extensão de
areia em frente à Vila, o centrinho da cidade. Grande
parte dos restaurantes, pousadas, lojas e feiras de
artesanato se encontram aqui, de frente para as ruas de
pedras, onde é proibida a circulação de carros. Após o
sol cair, bares como Souza, Beach House, Bambu e Las
Margaritas bombam, com música ao vivo.
A cerca de três quilômetros do burburinho, as ruínas do
Castelo Garcia D'Ávila mostram o que fora a primeira
grande edificação portuguesa no Brasil. Construído em
1551, o castelo é hoje um patrimônio histórico cultural
brasileiro tombado pela Iphan.
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