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garantido.
Países
pedem socorro sobre clima, mas China e EUA que mais
poluem "ignoram"
Os países da África, Caribe e Pacífico Sul afirmaram
nesta terça-feira que a China e os Estados Unidos,
grandes emissores de gases de efeito estufa, estavam
caminhando lentamente no combate às alterações
climáticas e pediram que os líderes na cúpula da
Comunidade Britânica (Commonwealth) esta semana exijam
uma ação imediata nas negociações climáticas globais em
novembro.

"As evidências científicas disponíveis para nós mostram
que devemos agir agora", disse o primeiro-ministro de
Samoa, Tuilaepa Malielegaoi, depois de uma reunião de 48
pequenas ilhas e nações em desenvolvimento em Perth.
"Esta é a mensagem que queremos dar ao mundo inteiro,
que todos nós somos um", disse ele em entrevista
coletiva antes da cúpula do Commonwealth, que começa na
sexta-feira.
O aquecimento global deverá ser o foco do Encontro de
Chefes de Governo da Commonwealth (CHOGM), antes da
conferência sobre mudança climática da ONU na África do
Sul a partir de 28 de novembro.
Muitos membros da comunidade são nações em
desenvolvimento vulneráveis ao aumento previsto de mais
secas extremas, inundações, elevação do nível dos mares
e disseminação de doenças infecciosas.
Tuvalu, no Pacífico Sul, as ilhas Maldivas, no Oceano
Índico, e diversas nações no Caribe temem que o aumento
do nível do mar possa apaga-las do mapa. A Austrália,
que está sediando o CHOGM, disse que a existência de
algumas pequenas nações depende de o mundo evitar o
aquecimento global médio de dois graus Celsius.
"Se não conseguirmos fazer isso, podemos dar adeus a
alguns pequenos Estados insulares", disse o chanceler
australiano, Kevin Rudd. Samoa citou diretamente a China
e os Estados Unidos por fracassarem em agir a respeito
da mudança climática, enquanto a Austrália observou que,
embora 48 pequenos estados tenham sentido o maior
impacto da mudança climática, eles representavam menos
de 1 por cento das emissões.
"Dois dos maiores países (China e Estados Unidos),
responsáveis por quase 40% das emissões, não parecem
estar próximos de seus compromissos", disse Malielegaoi.
O governo Obama protelou os esforços de estabelecer um
preço para as emissões de carbono por causa da oposição
política e empresarial e só vai aceitar um acordo
climático mais amplo se todos os principais emissores de
carbono concordarem com os passos para reduzir a
poluição de gases de efeito estufa. A China não vai
assinar a menos que Washington o faça, mas promulgou
metas de intensidade de carbono em toda a economia e
tomou outras providências.
Novo sistema de governo (inventado), é (Apolítico),
ou seja, sem políticos. Se
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