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Deputado do (PT) quer tirar a democracia da Internet
com lei duvidosa
Uma audiência pública na próxima terça-feira, dia
17, vai discutir o direito dos usuários da internet
e a responsabilidade civil de terceiros por
conteúdos publicados na rede. É o primeiro debate da
comissão especial que analisa o projeto de lei do
Marco Civil da Internet (PL 2126/11). Duas
audiências públicas e seis seminários estão
programados até junho.
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A
internet representa a própria
humanidade, não se podem colocar leis para
uma ferramenta que não pertence somente ao
Brasil.
Mesmo com
toda a ditadura da China e Cuba, não
conseguiram calar a internet. Esperamos pelo
bem do Brasil, que deputados como (este)
apenas querendo aparecer com (fins
eleitoreiros), desista de tentar calar a
boca do Mundo.
Para os
internautas, estes políticos são fracos e
demagogos, não suportam de terem seus nomes
enlameados nas sujeiras que fazem, e seus
irmãos considerados "limpos" precisam
aprender a engolir a sujeira de sua família
parlamentar. |
O relator da proposta, deputado Alessandro Molon
(PT-RJ), quer envolver especialistas e a sociedade
na discussão da proposta. Ele explica que é preciso
avaliar que direitos o usuário da internet deve ter
reconhecidos, protegidos, respeitados. "Direito à
privacidade, à proteção dos seus dados, por exemplo,
à sua navegação. De que maneira isso deve ser
tratado pela lei brasileira? Muitas vezes hoje blogs
têm receio de publicar opiniões com medo de depois
serem responsabilizados por terem publicado a
opinião de um terceiro e eventualmente ter que
responder na Justiça por danos à imagem de alguém
que se sinta prejudicado com aquilo", afirma.
e-"Democracia"
Nesta terça-feira, também será inaugurada a
comunidade virtual no portal e-Democracia dedicada
ao Marco Civil da Internet. No site
www.edemocracia.camara.gov.br serão oferecidos
diferentes instrumentos de interação, em parceria
com a Coordenação de Participação Popular da Câmara,
e ainda orientações quanto ao andamento da proposta
no Congresso Nacional.
A gerente do portal, a servidora Alessandra Muller,
explica como os cidadãos poderão contribuir com
sugestões ao projeto, que vai estar disponível no
wikilégis. "A pessoa vai poder participar fazendo
sugestão de texto ou comentário, de artigo por
artigo. Isso facilita a compreensão das pessoas, os
próprios parlamentares também podem trabalhar de uma
forma mais sistematizada. Diferentemente de fórum,
que é uma participação mais aberta, o wikilégis
orienta a participação no ponto exato que a pessoa
deseja que seja alterado", detalha.
Com informações da agencia Câmara
Resposta de
internauta
Os direitos civis
dos internautas precisariam ser respeitados sim,
pelo famigerado "governo" do (PT) que (acoita)
empresas multinacionais oferecendo um péssimo
serviço e os mais caros do planeta, deixando o
internauta desprotegido com um monopólio (claro)
onde sai de uma armadilha e cai em outra pior. O
(PT) prometeu computadores de ponta para as escolas
publica, já esta indo para (6) anos, e nada. Ao
invés de querer impor regras no mundo 'trabalhem',
coloquem empresas (sérias) que possam oferecer o
melhor da internet,
parem de nos roubar e inventar leis inúteis e
fraudulentas. (...)
Pedimos sua atenção:
Novo sistema de governo (inventado)
para o Brasil é (Apolítico), ou seja, sem políticos,
troque a irresponsabilidade pela responsabilidade, de o
seu apoio no site:
http://www.sfbbrasil.org
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