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Governo vai cortar 50 mil vagas em universidades públicas
e privadas
anunciou nesta quinta-feira o corte de 50 mil vagas em variados cursos
de graduação. O contingenciamento atinge, principalmente, os cursos na
área de saúde, administração e ciências contábeis. O corte nas vagas é o
primeiro estágio antes do descredenciamento do curso junto ao MEC e a
medida já vale para o próximo processo seletivo das universidades.

Haddad explicou que a medida é uma forma de alertar as instituições da
necessidade de melhoria das condições do curso e não atinge apenas as
universidades que obtiveram notas baixas junto ao MEC. Segundo o
ministro, Medicina terá 446 vagas fechadas e o curso mais atingido deve
ser enfermagem. A lista de todas as instituições que terão vagas
cortadas será divulgado na próxima semana.
"Vamos restringir a autonomia das instituições com problemas, algumas
estão perdendo hoje a autonomia e não podem mais abrir cursos sem
autorização prévia do MEC. Queremos que o sistema continue em expansão,
mas com freio nos cursos ou instituições com problemas de qualidade.
Outras instituições tiveram prejudicada a oferta de educação a
distância. Queremos impedir que essa modalidade, que é importante para a
ampliação da oferta do ensino, sofra com problemas de qualidade", disse.
O ministro explicou que o corte nas vagas não é permanente, mas vai
durar até que as universidades tenham saneado os problemas e criem
condições para expandir o curso. o governo observa três critérios para
conceder autorização para a manutenção das graduações: perfil dos
professores, infraestrutura (como laboratórios e bibliotecas) e projeto
pedagógico.
Nesta quinta-feira, o MEC publicou no Diário Oficial da União uma lista
com as notas obtidas por 2,176 mil instituições de ensino superior
público e privado. Do total, 683 tiveram nota 1 e 2 no Índice Geral de
Cursos (IGC), nível considerado insatisfatório pelo ministério. Dessas,
cerca de 300 serão supervisionadas de perto pelo MEC no ano que vem.
Segundo o ministério, a lista com as instituições que terão vagas
cortadas será divulgado na próxima semana. Os cortes vão respeitar,
entre outros critérios, o desempenho no índice de cursos.
Avaliação
O IGC leva em consideração o Conceito Preliminar de Curso (CPC), um
índice que avalia os cursos de graduação, e a nota do Exame Nacional de
Desempenho dos Estudantes (Enade), que em 2010 avaliou as áreas de
ciências agrárias e saúde. As três avaliações compõem o Sinaes - Sistema
Nacional de Avaliação da Educação Superior, que regula a qualidade dos
cursos de graduação.
Na criação do curso, o MEC precisa autorizar o seu funcionamento. Quando
os estudantes ingressam na segunda metade do curso, o ministério avalia
novamente as condições da universidade de dar continuidade ao curso.
Finalmente, após três anos de funcionamento do curso, o MEC estuda a
renovação da autorização.
O governo só não explicou que estas medidas, prejudicarão
ainda mais o setor de saúde que esta além da precariedade.
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para o Brasil é (Apolítico),
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troque a irresponsabilidade pela responsabilidade, de o
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