|
Entidade sugere
suspender férias do STF para julgar mensalão do (PT)
Para julgar o caso do mensalão até a metade deste
ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) deveria
suspender as férias de julho. É o que sugeriu o
presidente da Academia Brasileira de Direito
Constitucional (Abdconst), Flávio Pansieri, em
ofício enviado nesta segunda-feira ao novo ministro
da Suprema Corte, Carlos Ayres Britto.
 |
A maior quadrilha de
bandidos no poder até o momento,
desbaratada, mas não resolvida. Todos
blindados pelo governo comunista do (PT). |
Segundo sua assessoria de imprensa, Pansieri sugeriu
que o período de férias seja usado para colocar em
pauta o polêmico julgamento. Conforme o presidente
da Academia, os integrantes do STF concordam que o
processo deve ser julgado no primeiro semestre
porque, no segundo, haverá 10 ministros, devido à
aposentadoria de Cezar Peluso.
Pouco antes de tomar posse como presidente da corte,
na quinta-feira, Ayres Britto afirmou que aguarda
apenas a liberação do revisor, ministro Ricardo
Lewandowski. "Tão logo o processo seja liberado para
a pauta de julgamento, nós providenciaremos a devida
publicação e formatação da pauta", afirmou.
A pressão para que o julgamento ocorra logo também
veio do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil
(OAB), Ophir Cavalcante, que afirmou que o processo
deve ser julgado ainda este ano, para evitar uma
sensação de impunidade. "Não podemos mais aguentar
esse tipo de situação, crimes de colarinho branco,
pessoas que não têm qualquer tipo de compromisso com
a sociedade que querem fazer do Parlamento uma
extensão dos seus interesses particulares.
Precisamos ter resultado", disse, ao chegar à posse
de Ayres Britto.
O mensalão do PT
Em 2007, o STF aceitou denúncia contra os 40
suspeitos de envolvimento no suposto esquema
denunciado em 2005 pelo então deputado federal
Roberto Jefferson (PTB) e que ficou conhecido como
mensalão. Segundo ele, parlamentares da base aliada
recebiam pagamentos periódicos para votar de acordo
com os interesses do governo Luiz Inácio Lula da
Silva. Após o escândalo, o deputado federal José
Dirceu deixou o cargo de chefe da Casa Civil e
retornou à Câmara. Acabou sendo cassado pelos
colegas e perdeu o direito de concorrer a cargos
públicos até 2015.
No relatório da denúncia, o ministro Joaquim Barbosa
apontou como operadores do núcleo central do esquema
José Dirceu, o ex-deputado e ex-presidente do PT
José Genoino, o ex-tesoureiro do partido Delúbio
Soares, e o ex- secretário-geral Silvio Pereira.
Todos foram denunciados por formação de quadrilha.
Dirceu, Genoino e Delúbio respondem ainda por
corrupção ativa.
Em 2008, Sílvio Pereira assinou acordo com a
Procuradoria-Geral da República para não ser mais
processado no inquérito sobre o caso. Com isso, ele
teria que fazer 750 horas de serviço comunitário em
até três anos e deixou de ser um dos 40 réus. José
Janene, ex-deputado do PP, morreu em 2010 e também
deixou de figurar na denúncia.
O relator apontou também que o núcleo
publicitário-financeiro do suposto esquema era
composto pelo empresário Marcos Valério e seus
sócios (Ramon Cardoso, Cristiano Paz e Rogério
Tolentino), além das funcionárias da agência SMP&B
Simone Vasconcelos e Geiza Dias. Eles respondem por
pelo menos três crimes: formação de quadrilha,
corrupção ativa e lavagem de dinheiro.
A então presidente do Banco Rural Kátia Rabello e os
diretores José Roberto Salgado, Vinícius Samarane e
Ayanna Tenório foram denunciados por formação de
quadrilha, gestão fraudulenta e lavagem de dinheiro.
O publicitário Duda Mendonça e sua sócia, Zilmar
Fernandes, respondem a ações penais por lavagem de
dinheiro e evasão de divisas. O ex-ministro da
Secretaria de Comunicação (Secom) Luiz Gushiken é
processado por peculato. O ex-diretor de Marketing
do Banco do Brasil Henrique Pizzolato foi denunciado
por peculato, corrupção passiva e lavagem de
dinheiro.
O ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha (PT-SP)
responde a processo por peculato, corrupção passiva
e lavagem de dinheiro. A denúncia inclui ainda
parlamentares do PP, PR (ex-PL), PTB e PMDB. Entre
eles o próprio delator, Roberto Jefferson.
Em julho de 2011, a Procuradoria-Geral da República,
nas alegações finais do processo, pediu que o STF
condenasse 36 dos 38 réus restantes. Ficaram de fora
o ex-ministro da Comunicação Social Luiz Gushiken e
do irmão do ex-tesoureiro do Partido Liberal (PL)
Jacinto Lamas, Antônio Lamas, ambos por falta de
provas.
Com informações do Terra
Pedimos sua atenção por favor abaixo:
Novo sistema de governo (inventado)
para o Brasil é (Apolítico), ou seja, sem políticos,
troque a irresponsabilidade pela responsabilidade, de o
seu apoio no site:
http://sfbbrasil.org
Conheça
o
Ache
Tudo e Região o portal de todos
Brasileiros.
Coloque este portal em seus favoritos. Cultive o
hábito de ler, temos diversidade de informações úteis
ao seu dispor. Seja bem vindo,
gostamos de suas críticas e sugestões, elas nos ajudam a melhorar
a cada ano.
|