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"Governo" do (PT) de Dilma parece mais
uma "quadrilha", com tanta corrupção
João Dias Ferreira, delator do suposto esquema de
corrupção no Ministério do Esporte, solicitou proteção
policial ao Ministério da Justiça nesta terça-feira. Por
volta das 16h20, Ferreira estava reunido com líderes da
oposição na Câmara de Deputados e no Senado. "Tenho
percebido intensas movimentações ao redor da minha
residência", relatou o PM.
Ferreira também criticou o ministro Orlando Silva
(PCdoB), que, segundo ele, o teria ofendido durante o
pronunciamento feito na sexta-feira, na Câmara. "(Ele)
não pode ficar atacando as pessoas, chamar de criminoso
e vagabundo", criticou o PM, que pediu ainda que o
ministro medisse suas palavras. "Só porque tem foro
(privilegiado) não pode sair agredindo as pessoas",
disse.
O "depoimento informal" de Ferreira foi articulado por
membros da oposição após a Comissão de Educação do
Senado rejeitar requerimento para ouvir o ex-policial
nesta terça-feira. Em entrevista à revista Veja,
Ferreira disse que o ministro teria recebido,
pessoalmente, dentro da garagem do Ministério, uma caixa
de papelão cheia de cédulas de R$ 50 e R$ 100
provenientes da quadrilha. Parte desse dinheiro, segundo
a publicação, foi usada para pagar despesas da campanha
presidencial de 2006. Orlando Silva nega as acusações.
Ferreira foi um dos cinco presos no ano passado pela
polícia de Brasília sob acusação de participar de
desvios de recursos destinado a um programa da pasta.
Investigações passadas apontavam diversos membros do
PCdoB como protagonistas das irregularidades, na época
da Operação Shaolin, mas é a primeira vez que o nome do
ministro é mencionado por um dos suspeitos.
Ferreira, por meio da Associação João Dias de Kung Fu e
da Federação Brasiliense de Kung Fu, firmou dois
convênios, em 2005 e 2006, com o Ministério do Esporte.
De acordo com ele, o esquema utilizava o programa
Segundo Tempo para desviar recursos usando ONGs como
fachada. Orlando Silva foi apontado como mentor e
beneficiário desse esquema. As ONGs recebiam verbas
mediante o pagamento de uma taxa que podia chegar a 20%
do valor dos convênios.
Novo sistema de governo (inventado), é (Apolítico), ou
seja, sem
políticos. Veja no site
abaixo.
http://www.sfbbrasil.org
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