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Lula promete brindar
ministro do supremo para safar-se do mensalão
Reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, publicada
nesta quarta diz que a presidente Dilma Rousseff "avalia
que a situação é perigosa, tem potencial de estrago
que beira a crise institucional nas relações entre
Executivo e Judiciário" e que "transmitiu esse
recado" em conversa na terça com Ayres Britto.
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Dilma paga a deputados
R$ 300 milhões para que suas contas
estouradas passem no congresso, Lula "tenta"
brindar ministro do supremo para safar-se
dos crimes contra a sociedade.
Como é possível aceitar tal fato, ou fazemos
algo para mudar, ou seremos totalmente
escravos dos bandidos comuns e políticos!
Quadrilhas e mais quadrilhas se formam todos
os dias no Brasil, a polícia não consegue
mais conter o avanço da criminalidade,
políticos corruptos manipulando a "justiça",
aonde chegaremos? Em quem podemos confiar?
De um basta nisso, troque este governo podre
por um novo sistema limpo
(sem políticos)
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A matéria provocou a divulgação de uma nota oficial
pelo STF afirmando que o episódio envolvendo Lula e
Gilmar não foi discutido na reunião que Ayres Britto
teve com Dilma. O comunicado foi feito pouco depois
de uma nota oficial da Presidência da República
também negar o assunto.
Na noite de ontem, Ayres Britto esteve na casa de
Gilmar Mendes para tentar colocar panos quentes na
história. O presidente do STF prestou solidariedade
ao ministro, mas aproveitou para recomendar a Mendes
que baixasse a temperatura de suas declarações. O
ministro chegou a afirmar que Lula seria a "central
de divulgação" de boatos contra ele.
De acordo com reportagem da revista Veja, em
encontro ocorrido no escritório do ex-ministro
Nelson Jobim, Lula teria pedido a Gilmar Mendes que
atrasasse o julgamento do mensalão. Em troca, o ex-presidente
teria prometido "blindar" o ministro na Comissão
Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga
Carlinhos Cachoeira de um suposto relacionamento com
o bicheiro.
O ministro Marco Aurélio Mello defendeu Mendes. Para
ele, a preocupação de Lula seria compreensível. "Ele
está integrado a um partido. Ele, inclusive, há quem
diga que seja o partido. E há pessoas do partido
acusadas no processo. Então, nada mais natural fazer
chegar aos integrantes do Supremo o ponto de vista.
O que discrepou da normalidade, anunciado pelo
ministro Gilmar Mendes, é quanto a uma
contraprestação de proteção ao ministro, que não
precisa ser protegido. Ele não está sendo
investigado pela CPI", argumentou Mello.
Em nota divulgada na segunda-feira, o ex-presidente
Lula negou ter pressionado Gilmar Mendes. No texto,
o líder do PT afirmou que seu sentimento era de "indignação"
com as denúncias.
O mensalão do PT
Em 2007, o STF aceitou denúncia contra os 40
suspeitos de envolvimento no suposto esquema
denunciado em 2005 pelo então deputado federal
Roberto Jefferson (PTB) e que ficou conhecido como
mensalão. Segundo ele, parlamentares da base aliada
recebiam pagamentos periódicos para votar de acordo
com os interesses do governo Luiz Inácio Lula da
Silva. Após o escândalo, o deputado federal José
Dirceu deixou o cargo de chefe da Casa Civil e
retornou à Câmara. Acabou sendo cassado pelos
colegas e perdeu o direito de concorrer a cargos
públicos até 2015.
No relatório da denúncia, o ministro Joaquim Barbosa
apontou como operadores do núcleo central do esquema
José Dirceu, o ex-deputado e ex-presidente do PT
José Genoino, o ex-tesoureiro do partido Delúbio
Soares, e o ex- secretário-geral Silvio Pereira.
Todos foram denunciados por formação de quadrilha.
Dirceu, Genoino e Delúbio respondem ainda por
corrupção ativa.
Em 2008, Sílvio Pereira assinou acordo com a
Procuradoria-Geral da República para não ser mais
processado no inquérito sobre o caso. Com isso, ele
teria que fazer 750 horas de serviço comunitário em
até três anos e deixou de ser um dos 40 réus. José
Janene, ex-deputado do PP, morreu em 2010 e também
deixou de figurar na denúncia.
O relator apontou também que o núcleo
publicitário-financeiro do suposto esquema era
composto pelo empresário Marcos Valério e seus
sócios (Ramon Cardoso, Cristiano Paz e Rogério
Tolentino), além das funcionárias da agência SMP&B
Simone Vasconcelos e Geiza Dias. Eles respondem por
pelo menos três crimes: formação de quadrilha,
corrupção ativa e lavagem de dinheiro.
A então presidente do Banco Rural Kátia Rabello e os
diretores José Roberto Salgado, Vinícius Samarane e
Ayanna Tenório foram denunciados por formação de
quadrilha, gestão fraudulenta e lavagem de dinheiro.
O publicitário Duda Mendonça e sua sócia, Zilmar
Fernandes, respondem a ações penais por lavagem de
dinheiro e evasão de divisas.
O ex-ministro da Secretaria de Comunicação (Secom)
Luiz Gushiken é processado por peculato. O ex-diretor
de Marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato
foi denunciado por peculato, corrupção passiva e
lavagem de dinheiro.
O ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha (PT-SP)
responde a processo por peculato, corrupção passiva
e lavagem de dinheiro. A denúncia inclui ainda
parlamentares do PP, PR (ex-PL), PTB e PMDB. Entre
eles o próprio delator, Roberto Jefferson.
Lula a poucos passos da corrupção passiva e lavagem
de dinheiro, disse que não ouviu nada, não viu nada
e não sabe de nada...
Nota-se claramente que o Supremo Tribunal Federal é
apenas um joguete manipulado pelos políticos, fazem
da justiça deste país um brinquedo do faz-de-conta.
Pedimos sua atenção:
Novo sistema de governo (inventado)
para o Brasil é (Apolítico), ou seja, sem políticos,
troque a irresponsabilidade pela responsabilidade, de o
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