O secularismo é uma política de separação entre religião
e Estado, a partir da idéia de que os sacerdotes e as
instituições religiosas não devem ter poder político nem
influenciar nas leis.
Num sentido mais amplo, como em Humanismo Secular,
significa a independência em relação a religiões,
crenças ou cultos.
Na Europa, o secularismo desenvolveu-se com o Iluminismo
e o advento da modernidade (quando a burguesia entrou em
choque com as igrejas Católica e Protestante que
apoiavam os aristocratas), mas só se tornaria realidade
de fato após a Primeira Guerra Mundial.
No Oriente Médio, onde muitos governos e leis obedecem
aos preceitos do Islamismo, o secularismo ainda é uma
bandeira, defendida e praticada apenas pela Turquia.
O termo "secularismo" advém da expressão "poder secular"
(ou "poder temporal", com a idéia de duração finita,
limitada), usada para diferenciar o poder "eterno" ou
"infinito" da Igreja. No Feudalismo e outras
organizações político-econômicas da Idade Média, os
bispos detinham poder religioso e também secular,
enquanto reis, príncipes e nobres detinham apenas o
poder secular.
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