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O Rio de Janeiro, capital do estado
homônimo, é a segunda maior metrópole, situada no Sudeste do país.
Cidade brasileira mais conhecida no exterior e maior rota do turismo
internacional no Brasil, funciona como um "espelho", ou "retrato"
nacional, seja positiva ou negativamente.
"Diga
não" as usinas nucleares
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É um dos principais centros econômicos, culturais e financeiros do país,
sendo internacionalmente conhecida por diversos ícones culturais e
paisagísticos, como o Pão de Açúcar, a estátua do Cristo Redentor (uma
das sete maravilhas do mundo moderno), as praias dos bairros de
Copacabana, Ipanema e Barra da Tijuca (entre outros), o Estádio do
Maracanã, o Estádio Olímpico João Havelange, a floresta da Tijuca, a
Quinta da Boa Vista, a ilha de Paquetá, o Réveillon de Copacabana e o
Carnaval.
Representa o segundo maior PIB do país(e o 30º maior do mundo), e é sede
das duas maiores empresas brasileiras, além do maior conglomerado de
empresas de mídia e comunicações da América Latina. Contemplado por
grande número de universidades e institutos, é o segundo maior pólo de
pesquisa e desenvolvimento do Brasil, responsável por 17% da produção
científica nacional.
Foi capital do Brasil Colônia a partir de 1763, capital do Império
Português na época das invasões de Napoleão, capital do Império do
Brasil, e capital da República até a inauguração de Brasília, na década
de 1960. É também conhecida por Cidade Maravilhosa, e aquele que nela
nasce é chamado de carioca.
Cultura e educação
Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Universidade Rural em Seropédica.O estado do Rio de Janeiro, possui o
maior nível de educação no Brasil[carece de fontes?]. Apesar da
precariedade, os estudos mostram que a nível nacional, escolas públicas
fluminenses possuíram bons índices de aproveitamento.
O estado possui um bom número de universidades federais do Brasil, sendo
elas: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), maior universidade
federal do país, Universidade Federal Fluminense (UFF), Universidade
Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e Universidade Federal do Estado
do Rio de Janeiro (UniRio). As demais, Universidade Estadual do Rio de
Janeiro (UERJ), Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF) também
possuem grande destaque, e são mantidas pelo governo fluminense.
O Rio de Janeiro era o terceiro estado brasileiro por número de pessoas
acima de 15 anos alfabetizadas, com apenas 6,6% de sua população nessa
faixa etária analfabeta. O estado estava atrás apenas do Distrito
Federal (5,7%) e do estado de Santa Catarina (6,3%). Dados divulgados
pelo mesmo instituto em 2008 indicam que o Rio é hoje o segundo estado
do Brasil por número de pessoas acima de 15 anos alfabetizadas, com
apenas 4,3% dessa sua população analfabeta, perdendo apenas para o
Distrito Federal. Entretanto, em relação ao índice de analfabetos
funcionais (14,4%), o estado perde para o Distrito Federal (10,9%) e
para São Paulo (14%), ficando na terceira posição na lista.
A força cultural do estado está espelhada principalmente na capital, a
cidade do Rio de Janeiro, que pode ser considerada também a "capital
cultural do Brasil". O município de Niterói, nos últimos anos começou
uma grande revolução nesse setor quando houve a inauguração do Museu de
Arte Contemporânea da Cidade (Obra de Oscar Niemeyer) e em breve a
inauguração do Caminho Niemeyer, projeto do mesmo arquiteto do MAC, que
contará com teatro, cinemas, museu, igrejas e um centro de memória.
Em 2006, 65% da produção do cinema nacional foi realizada por produtoras
sediadas na capital fluminense, que possui, também, cerca de 180 salas
de cinema, maior proporção do país entre as capitais, e a maior
proporção também de museus, (80 no total e 43 teatros).
Entre os principais museus do estado estão o Museu Imperial de
Petrópolis, Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), o Museu Histórico
Nacional, o Museu Histórico da República, o Museu Chácara do Céu, o
Museu de Arte Moderna (MAM), o Museu da Quinta da Boa Vista, o Museu de
Arte Contemporânea (MAC) e o do Forte de Copacabana - Museu Histórico do
Exército.
Também está em construção na capital fluminense, na Barra da Tijuca, a
Cidade da Música Roberto Marinho, um complexo que abrigará a maior sala
de concertos da América Latina.
Etnias
Pico Maior de Friburgo. Um dos pontos de maior altitude do estado com
2316 metros.O estado do Rio de Janeiro é formado por enorme gama de
etnias e povos, principalmente pelo fato de sua capital ter sido capital
do estado brasileiro. Inicialmente a população do estado do Rio de
Janeiro foi marcada pela presença de povos indígenas, assim como toda a
costa brasileira.
No início do século XVI, habitavam o Rio de Janeiro quatro grandes
grupos indígenas, classificados de acordo com seu grupo lingüístico:
Tupis-guaranis: habitavam o litoral e constituíam diversas tribos como
os Tupinambás ou tamoios e os Tupiniquins.
Puri-coroado, maxakali e botocudo, da língua macro-jê. Habitavam o
interior, sobretudo a bacia hidrográfica do rio Paraíba do Sul.
Os goitacases, que habitavam a foz do rio Paraíba do Sul.
As tribos guaianás ou Goianás que viviam no litoral sul, entre Angra dos
Reis e Paraty, e na Ilha Grande. Seu tronco lingüístico não foi
classificado.
Com a colonização, as tribos indígenas foram extintas. Em 30 de maio de
1902, na paróquia de Santo Antônio de Pádua, no município de mesmo nome,
foi registrado o último óbito de índio natural do estado do Rio de
Janeiro: Joaquina Maria Pury. Em fins da década de 1940, guaranis
migraram para a região de Angra e Paraty. Eles só vieram a ser
descobertos pelo governo federal em 1974 com a construção da Rodovia
Rio-Santos. Atualmente, os 500 guaranis do estado vivem em três aldeias:
Sapukaí, Itatiim e Araponga.
No século XVI, desembarcam na região os franceses, que na Baía da
Guanabara instalam uma colônia de refugiados religiosos. Logo em seguida
os portugueses invadem a região, e na guerra com os franceses, saem
vitoriosos, sendo fundada a Cidade do Rio de Janeiro pelo português
Estácio de Sá.
Nos séculos seguintes, a população da região é formada basicamente por
portugueses e africanos, trazidos à força pelos portugueses na condição
de escravos. Até meados do século XIX, a maioria da população fluminense
era composta por negros, porém, o número de imigrantes portugueses
desembarcados na cidade do Rio passou a crescer repentinamente naquele
século, o que fez com que praticamente se igualasse o número de pessoas
de origem africana e as de origem portuguesa.
Posteriormente, outros povos contribuíram para a formação da população
do estado, como alemães, italianos, suíços, espanhóis, dentre outros,
aos quais se somaram os brasileiros de todos os estados, atraídos pela
capital do País até a década de 1960, a cidade do Rio de Janeiro.
| Os primeiros
imigrantes não-portugueses a chegar à região foram os
suíços, em 1818, fundando na região das serras a cidade de
Nova Friburgo. Pouco mais tarde, começariam a chegar os
alemães, que também rumaram para as serras, principalmente
para a região de Petrópolis. Italianos e espanhóis chegariam
mais tarde, contribuindo também para a diversidade étnica do
Rio de Janeiro. |
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