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  COITO  
   


O ato sexual ou relação sexual é a denominação geral dada à fase em que dois animais com reprodução sexuada, mais especificamente o ser humano, realizam a acção física de junção dos seus órgãos sexuais, originalmente para a transmissão do gameta masculino ao feminino. Contudo, nem sempre tem uma função reprodutiva.

A relação sexual humana pode ser dividida em preliminares, ocorrem antes do ato sexual e o ato sexual propriamente dito. As preliminares, diminuem a inibição e aumentam o conforto emocional dos parceiros e também podem levar à excitação sexual dos parceiros, resultando na ereção do pênis e na lubrificação natural e dilatação da vagina. O ato sexual permitir que se alcance uma satisfação sexual, preferencialmente mútua, ou o orgasmo, existindo uma ampla possibilidade da incompreensão da forma que o ato sexual se apresenta e seus objetivos são diversos e conflituosos.

O ato sexual propriamente dito pode ser compreendido como todas as formas de atividade sexual, como as variedades de sexo onde ocorre a penetração, como o sexo vaginal e o sexo anal, assim como todo tipo de sexo não-penetrativo.

A relação sexual tipicamente representa um poderoso papel no relacionamento humano, sendo em muitas sociedades normal aos pares terem atividades sexuais freqüente, enquanto usam contraceptivos, como forma de compartilhar o prazer, reforçando e fortalecendo sua ligação emocional através do sexo. Seu objetivo primordial era a reprodução e continuidade da sobrevivência da espécie humana, é freqüentemente praticada por prazer e/ou como uma expressão de amor e intimidade emocional.
 

Coito de Homem e Mulher Hemisseccionados (c. 1492, por Leonardo da Vinci) é uma representação artística do que ocorre dentro do corpo durante o coito.



Outros termos

Coito de Homem e Mulher Hemisseccionados (c. 1492, por Leonardo da Vinci) é uma representação artística do que ocorre dentro do corpo durante o coito.Coito - o ato sexual.
Coitado - há quem afirme que esta palavra teria sido um termo empregue no Brasil há séculos quando um indivíduo do sexo masculino era violentado sexualmente, em analogia a um coito praticado entre um homem e uma mulher. Alguns dicionaristas rejeitam esta afirmação, remetendo a origem da palavra ao latim "coita", que significa "mal, desgraça e aflição", que disso resulta".
Reprodução sexual
Coito é o método reprodutivo básico dos seres humanos. Durante a ejaculação, que geralmente acompanha o orgasmo masculino, uma série de contrações musculares injeta o sêmen que contem os gametas masculinos conhecidos como celular espermáticas ou espermatozóides do pênis para o interior da vagina. A rota subseqüente do esperma da cavidade da vagina é através do Fórnix para dentro do útero, e então até as trompas de falópio, ocorrendo a fecundação no seu último terço. Se o orgasmo da fêmea ocorrer durante ou após a ejaculação masculina, a correspondente redução temporária do tamanho do canal vaginal e as contrações do útero podem ajudar o esperma a alcançar as trompas de falópio, embora o orgasmo feminino não seja necessário para que ocorra a gravidez. Quando um oócito II da fêmea está presente nas trompas de falópio, o gameta masculino junta com o oócito II tendo por resultado a fertilização e a formação de um embrião. Quando um embrião alcança o útero, este implanta-se no revestimento interno do útero, conhecido como endométrio e uma gravidez começa.

Funções do sexo além da reprodução

Desenho do ato sexual de um homem e uma mulher.Os seres humanos, os bonobos e os golfinhos são as espécies que praticam o sexo não-reprodutivo, com a finalidade de se obter prazer. Os três têm atividades heterossexual mesmo quando a fêmea não está no cio, isto é, em um ponto de seu ciclo reprodutivo apropriado para o iniciar uma gravidez bem sucedido. (Estas três espécies, e outras, são sabidas também terem atividade com comportamentos homossexual.).

Tanto os seres humanos quanto bonobos têm fêmeas que passam pelo período de ovulação relativamente despercebidamente, devido à falta de sinais evidentes, de modo que os parceiros masculinos e fêmeas geralmente não sabem quando exatamente é período fértil. Uma razão possível para esta característica biológica distinta pode ser a formação de fortes ligações emocionais entre os parceiros sexuais, importantes para interações sociais e, no exemplo dos seres humanos, a parceria a longo prazo seria melhor que a reprodução sexual imediata.

Os seres humanos, os bonobos e os golfinhos são todos animais sociais inteligentes, cujo o comportamento cooperativo prova ser em grande parte mais bem sucedido do que aquele de indivíduo solitários. Nestes animais, o uso do sexo evoluiu além da reprodução, aparentemente para servir a funções sociais adicionais. O sexo reforça ligações sociais íntimas entre os indivíduos para dar ordem a estruturas sociais maiores. A cooperação resultante incentiva as tarefas coletivas que promovem a sobrevivência de cada membro do grupo.

Alguns autores apresentam três potenciais vantagens da atividade sexual nos seres humanos, que não são mutuamente exclusivas: reprodutiva, relacional e recreativa. Quando ocorreu o desenvolvimento da pílula e de outros fármacos de elevada eficácia na contracepção durante e após o século XX aumentou-se a capacidade da população de segregar estas três funções, embora elas ainda se sobreponham bastante e em padrões complexos. Por exemplo: um casal fértil pode manter relações utilizando métodos de contracepção para experimentar não somente o prazer sexual (recreacional), mas também meios de intimidade emocional (relacional), assim fazendo seu relacionamento mais estável e mais capaz de sustentar crianças no futuro (reprodutivo adiado). Este mesmo casal pode enfatizar aspectos diferentes do ato sexual em ocasiões diferentes, sendo alegres durante um episódio sexual (recreacional), experimentando a conexão emocional profunda em uma outra ocasião (relacional), e mais tarde, após terem interrompido a contracepção, procurando conseguir a gravidez (reprodutivo, ou reprodutivo e relacional mais prováveis).

Dificuldades do coito
Quando há uma estimulação eficaz do penis, determinadas formas de coito são muito menos eficazes do que a estimulação do clitóris, o centro do orgasmo da fêmea, porque é pequeno e exterior à vagina. Até 70 por cento (em 1974) das mulheres raramente ou nunca conseguem o orgasmo durante o coito sem estimulação direta e simultâneo do clitóris com os dedos ou o outro instrumento. A maioria das mulheres que requerem tal estimulação direta, ou ignoram ou negligenciam que este fato já é vistos como um dos sinais comuns da anorgasmia feminina.

Anorgasmia é a falta do orgasmo durante a estimulação de outra maneira prazerosa ou, em casos mais graves, em nenhuma circunstância. É muito mais comum nas mulheres do que homens. A situação pode ser relacionada a um desconforto ou uma aversão psicológica ao prazer sexual, ou a uma falta de conhecimento básico de que a mulher julga ser fisicamente satisfatório e o que iria, provavelmente, resultar no orgasmo. O sentido de vergonha, ou o sentimento que ela "deve" alcançar sempre o clímax podem complicar o problema, junto com sentimentos de vergonha da parte de seu parceiro, que pode acreditar que não a excita suficientemente. A masturbação é um método bem encorajador para que uma mulher explore seu corpo e descubra o que a faz se sentir bem. A ausência do parceiro pode remover o sentido de ansiedade do seu desempenho e permitir que a mulher relaxe e aprecie. Boa comunicação e paciência são essenciais em ajudar uma mulher anorgásmica a conseguir o orgasmo.

Alguns homens sofrem de disfunção erétil, pelo menos ocasionalmente. Para casos em que a disfunção erétil é causada por circunstâncias médicas, há drogas que podem ser prescritas por um médico como Sildenafila, Tadalafila, e Vardenafila, e que já estão disponíveis, entretanto, é importante advertir que o uso desnecessário dessas drogas pode causar problemas sérios como ataque cardíaco, cefaléia e rubor facial, devido a ocorrência de vasodilatação. Além disso, usar uma droga para neutralizar o sintoma - disfunção erétil - pode mascarar o problema sem o resolver, além de agravar o quadro clínico, causando complicações no tratamento.

A disfunção sexual mais comum nos homens é a
ejaculação precoce.

O vaginismo é enrijecimento involuntário da musculatura do assoalho da pélvis , fazendo o coito ser agonizante, doloroso, e às vezes impossível.

Dispareunia é um termo médico que significa uma atividade sexual dolorosa ou incômoda, mas não especifica a causa.




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