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Calor torna furacões mais fortes e raros
Furacões menos freqüentes, mas mais intensos, devem se formar no oceano
Atlântico com o aquecimento global até o final deste século, aponta um estudo
publicado domingo na revista "Nature Geoscience".
A pesquisa contribui para acirrar um intenso debate científico sobre se os gases
de efeito estufa produzidos pelo homem têm contribuído para o aumento de
furacões e de ciclones tropicais na bacia do Atlântico.
Uma simulação para as décadas finais deste século, feita por pesquisadores da
NOAA (agência atmosférica dos EUA), projeta uma redução de 18% nos furacões e de
27% nas tempestades.
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