China e USA os países que mais poluem, fogem do
compromisso com o clima
Líderes políticos da Ásia, da Europa e dos Estados
Unidos consideraram fora da realidade a hipótese de
assinatura de um acordo internacional sobre mudanças
climáticas em Copenhague (Dinamarca). O anúncio foi
feito neste domingo, em Cingapura, pelo conselheiro da
delegação norte-americana, Mike Froman. As informações
são da agência portuguesa Lusa.
Ontem, o primeiro-ministro da Dinamarca, Lars Lokke
Rasmussen, reuniu-se com 19 líderes de nações que fazem
parte da Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (Apec), além
do presidente norte-americano, Barack Obama, e do
presidente chinês, Hu Jintao.
Durante a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças
Climáticas marcada para dezembro em Copenhague , os 192
países-membros da Organização das Nações Unidas (ONU)
devem chegar a um consenso sobre o novo acordo global
para complementar o Protocolo de Quioto pós-2012.
A negociação que está travada visa a ampliar metas
obrigatórias para os países ricos, incluir os Estados
Unidos no regime de controle de emissões de gases de
efeito estufa e definir compromissos mais efetivos para
grandes emissores em desenvolvimento, como o Brasil, a
China e a Índia.
Para ambientalista o fator é um só, o
importante é continuar crescendo mesmo que isto custe a
morte do planeta. Para a população o aquecimento global
é prejuízo certo, para os políticos apenas uma pedra no
sapato. Ambientalista cético diz que nunca haverá
consenso se população continuar de braços cruzados.
No Brasil também também não há consenso,
Governo Lula é o que mais desmatou e continuará a
desmatar até o final do mandato ou até que não exista
mais áreas a serem desmatadas.
Para ambientalista Lula é só mais um
politico demagogo (tenta com palavras ao vazio conduzir
o povo a uma falsa situação, enquanto isso a população
arca com todos os prejuizos que a fúria da natureza
proporciona.