Meio mundo pode ficar inóspito com
mudança climática em pouco tempo
O aquecimento global pode deixar até metade do planeta
inabitável, de acordo com um estudo das universidades de
New South Wales, na Austrália, e de Purdue, nos Estados
Unidos, que leva em conta os piores cenários de modelos
climáticos.
O estudo, publicado na última edição da revista
especializada Proceedings of the National Academy of
Sciences, afirma ainda que, embora seja improvável que
isso aconteça ainda neste século, é possível que já no
próximo, várias regiões estejam sob calor intolerável
para humanos e outros mamíferos.

Camada de ozônio só aumenta e ciêntistas
são obrigados a mentir que esta diminuindo, as imagens
não mentem. Nenhum governo esta fazendo nada para deter
nossa extinção.
"Descobrimos que um aquecimento médio de 7ºC causaria
algumas regiões a ultrapassar o limite do termômetro
úmido (equivalente à sensação do vento sobre a pele
molhada, e um aquecimento médio de 12ºC deixaria metade
da população mundial em um ambiente inabitável", afirmou
Peter Huber, da universidade de Purdue.
Os cientistas argumentam que ao calcular os riscos das
emissões de gases atuais, é preciso que se leve em conta
os piores cenários (como os previstos no estudo).
"Roleta russa"
Quando o professor Huber fala em um aquecimento médio de
12ºC, isso significaria aumentos de até 35ºC no
termômetro úmido nas regiões mais quentes do planeta.
Atualmente, segundo o estudo, as temperaturas mais altas
nesta medida nunca ultrapassam 30ºC. A partir de 35ºC no
termômetro úmido, o corpo humano só suportaria algumas
horas antes de entrar em hipertermia
(sobre-aquecimento).
Huber compara a escolha a um jogo de roleta russa, em
que "às vezes o risco é alto demais, mesmo se existe
apenas uma pequena chance de perder". O estudo também
ressalta que o calor já é uma das principais causas de
morte por fenômenos naturais e que muitos acreditam,
erroneamente, que a humanidade pode simplesmente se
adaptar a temperaturas mais altas.
"Mas quando se mede em termos de picos de estresse
incluindo umidade, isso se torna falso", afirmou o
professor Steven Sherwood, da universidade de New South
Wales. Calcula-se que um aumento de apenas 4ºC medidos
por um termômetro úmido já levaria metade da população
mundial a enfrentar um calor equivalente a máximas
registradas em poucos locais atualmente.
Os autores também afirmam que um aquecimento de 12ºC é
possível através da manutenção da queima de combustíveis
fósseis, ou seja, o petróleo.
"Uma implicação disso é que cálculos recentes do custo
das mudanças climáticas sem mitigação (medidas para
combatê-las) são baixos demais." ( político algum, quer
meter a mão no bolso, o dinheiro é mais importante que a
vida do planeta)