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Painel pede que FDA aprove rem�dio para artrite
reumat�ide
WASHINGTON, 9 Mai 2012 (AFP) -Um comit� assessor da
Ag�ncia de Alimentos e Medicamentos dos Estados
Unidos (FDA, na sigla em ingl�s) pediu nesta
quarta-feira a aprova��o de um novo tratamento para
a artrite reumat�ide, fabricado pela gigante
farmac�utica Pfizer.
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As gigantes farmaceuticas
n�o est�o interessadas em curar, apenas
protelar. Ganham bilh�es as custas do
sofrimento humano.
Voc� pode
mudar isso. |
O rem�dio tofacitinib, administrado por via oral,
pode oferecer um tratamento alternativo para
pacientes com artrite reumat�ide moderada a grave
que n�o tenham respondido positivamente a uma ou
v�rias terapias tradicionais, como o metotrexato,
informou o comit�.
Ap�s uma vota��o de oito a favor e dois contra, o
painel solicitou a aprova��o do medicamento apesar
dos resultados mistos sobre seus efeitos em
diferentes doses, bem como de alguns temores sobre
sua seguran�a com rela��o ao risco de c�ncer,
principalmente linfoma, e de infec��es.
A artrite reumatoide � uma doen�a progressiva do
sistema imunol�gico que causa dores devido �
fraqueza e � inflama��o cr�nica das articula��es,
que pode levar � deforma��o das mesmas e afeta 1%
das pessoas nos Estados Unidos e na Europa, na
maioria mulheres.
As causas exatas da doen�a s�o desconhecidas e n�o
h� cura no momento.
Segundo Herb Baraf, professor da Universidade George
Washington, a seguran�a do tofacitinib � muito
similar � de novos tipos de f�rmacos, conhecidos
como biol�gicos.
Ele "reduz a dor das articula��es e sua inflama��o.
Melhora a sensa��o de bem-estar do paciente. Reduz
ou erradica o esgotamento matinal", explicou � AFP.
"E em doses de 10 miligramas, mostrou reduzir a
natureza destrutiva da artrite. Atrasa a progress�o
das mudan�as anat�micas causadas pela artrite
reumatoide", acrescentou.
Embora normalmente n�o precise seguir as
recomenda��es do comit� assessor, a FDA costuma
faz�-lo.
"Basicamente, nosso estudo revelou que quanto maior
a quantidade dessa bact�ria em particular voc� tem
na pele, (maiores suas) respostas imunol�gicas
capazes de suprimir rea��es inflamat�rias (ao p�len,
a animais, etc)", afirmou Hanski. O cientista
explicou ainda que as gama proteobact�rias tendem a
ser mais prevalentes em ambientes vegetais, como
florestas e terras usadas para agricultura, do que
em ambientes urbanos e na �gua.
"A urbaniza��o � um fen�meno relativamente recente,
durante a maior parte do nosso tempo (de evolu��o da
esp�cie humana), temos interagido em uma �rea que
hoje chamamos de ambiente natural". "A urbaniza��o
pode ser vista como uma oportunidade perdida, para
muitas pessoas, de interagir com o meio natural e
sua biodiversidade, inclusive as comunidades de
micr�bios".
Hanski admite que n�o � poss�vel reverter a
tend�ncia global de urbaniza��o, mas disse que h�
uma s�rie de op��es para aumentar o contato com
ambientes naturais. "Al�m de preservar �reas
naturais fora de �reas urbanas, acho que �
importante fazer um planejamento de cidades que
inclua espa�os verdes, cintur�es verdes e
infraestrutura verde".
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