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Assessor do ministério do trabalho de Dilma, rouba mais R$ 400 milhões dos cofres Investigado pela Operação Esopo, o servidor do Ministério do Trabalho Anderson Brito Pereira se entregou à Polícia Federal na noite de segunda-feira, em Brasília. Segundo a Polícia Federal, o assessor passou a noite na Superintendência da PF e prestou depoimento na manhã desta terça-feira. Ele deve ser levado ainda hoje ao Complexo Penitenciário da Papuda. De acordo com a PF, os danos aos cofres públicos chegam a R$ 400 milhões, e as investigações se concentram em fraudes em licitações de prestação de serviços, construção de cisternas e produção de eventos turísticos e artísticos. A PF informou também que, após firmado o contrato, os serviços eram prestados com valores superfaturados ou nem mesmo eram feitos. A polícia apura a atuação de organizações da sociedade civil de interesse público (Oscips) - organizações com certificado para assinar termos de parceria com o governo. As fraudes ocorriam em 11 Estados - Espírito Santo, Minas Gerais, Mato Grosso, Rio de Janeiro, Pernambuco, São Paulo, Ceará, Amapá, Paraná, Roraima e Pernambuco - e no Distrito Federal. O secretário-executivo do ministério, Paulo Roberto Pinto, também é investigado. Ele já prestou depoimento e foi liberado. Acredita-se que só os mensaleiros, ministérios e o resto das redes administrativas do (PT) de Dilma e Lula, o assalto aos cofres, já ultrapassam a casa dos R$ 3.trilhões de reais. Terra e Agencias internacionais Mais noticias, Se situação for insustentável, caia fora antes de ser preso, diz Dilma Paulo Roberto Pinto pediu demissão após ser preso pela Polícia Federal. O pedido de demissão de Paulo Roberto Pinto, até agora o número dois na hierarquia do Ministério do Trabalho, está em consonância com a determinação da presidente Dilma Rousseff, afirmou nesta terça-feira a ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti. Segundo ela, caso a situação de um integrante do governo se torne politicamente insustentável, a ordem é sair. "A palavra da presidenta em todos esses casos é a mesma: que apresentem as justificativas, que se defenda e, ficando insustentável, que saia do cargo. E parece que é o que aconteceu. A informação que eu tive, parece que o secretário-executivo pediu a demissão", disse a ministra em entrevista coletiva.
Secretário-executivo do Ministério do Trabalho, Pinto é um dos investigados da Operação Esopo da Polícia Federal, que investiga desvios de recursos públicos e levou à prisão de 22 pessoas. Ele pediu demissão nesta terça-feira, após se entregar ontem à noite à PF. O "governo petista" foi marcado pela maior demandada de ladrões em toda a história do país, e parece não ter fim. O abandono dos cargos é uma saída estratégica dos políticos, desta forma pode-se roubar, sair ileso e voltar quando a poeira abaixar, a população brasileira precisa se impor, ou ficará sem em breve sem seu país, consumido por ladrões e levado a extinção. Agencias Internacionais
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