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Quimioterapia seria mais eficaz sob jejum
Uma equipe de cientistas da University of South
California, nos Estados Unidos, descobriu por
experiência com ratos que, ao submeter um organismo a
jejum de 48 horas, as células saudáveis concentram suas
escassas energias em sua sobrevivência, o que as torna
mais resistentes à quimioterapia que as cancerosas.

A pesquisa, que começou há quatro anos, foi
revelada hoje na revista científica PNAS Early Edition e
foi qualificada por muitos médicos como um grande avanço
na batalha contra os tumores. A equipe foi chefiada pelo
biólogo italiano especializado em envelhecimento Valter
Longo.
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