Pesquisar  Meio Ambiente Ciência Duvidas Noticias Home

  

Desaparecidos

Emprego Endereços Úteis Bate Papo Fale Conosco

Noticias TV Jornais e Revistas

Noticias Gerais
Aquecimento global
Ciência
Cotidiano
Destaque
Educação
Esportes
Especiais
Economia
Internet
Mundo
Política
Meio Ambiente
Saúde
Super gatas
Tecnologia
Turismo
Vida Animal
 
Animais Peixes
Astronomia
Carta ao Leitor
Culinária
Desaparecidos
Endereços Uteis
Plantas Medicinais
Emprego
Fale conosco
Mandamentos
Mulher
Piadas
Sites de Busca
Cidades
 

 

 

Veja Planetas

 

Estudo no Canadá encontra "elo perdido" na evolução de rãs

da Efe, em Madri

O fóssil de um anfíbio que viveu há milhões de anos no Texas, nos Estados Unidos, é o elo perdido que demonstra que as rãs e as salamandras descendem dos temnospôndilos, uma espécie extinta, segundo um estudo da Universidade de Calgary (Canadá).

O exame e a descrição detalhada do fóssil do Gerobatrachus hottoni (rã maior de Hotton) colocam fim à principal polêmica sobre a evolução dos vertebrados, que se devia à falta de informação sobre formas de transição conhecidas.

Michael Skrepnick/Reuters

Desenho mostra como seria o anfíbio; animal é o elo perdido na evolução de rãs

"Este fóssil preenche esse vazio", diz Jason Anderson, professor da Faculdade de Veterinária da Universidade de Calgary e autor principal do estudo, publicado na última edição da revista científica britânica "Nature".

Anderson qualificou de "agridoce" a coincidência da descoberta com o Ano dos Rãs, convocado em 2008 pelos conservacionistas para alertar o mundo sobre desaparecimento de muitas espécies de rãs e outros anfíbios. Calcula-se que nas últimas décadas podem ter desaparecido 130 espécies devido à mudança climática, à poluição e aos efeitos mortais de um fungo quitrídio, que se alimenta da queratina da pele das rãs.

O fóssil, descoberto em 1995 no Texas, mas recuperado recentemente pela equipe de Anderson, tem a forma arcaica de um temnospôndilo, mas também traços das salamandras, rãs e sapos atuais. Isso permite compreender melhor a origem e a evolução dos anfíbios modernos.

Seu crânio, sua coluna e seus dentes mostram uma mistura de traços de rã --a larga forma do crânio-- e salamandra --a fusão de dois ossos no tornozelo--, afirma o estudo.

O número de vértebras do fóssil é exatamente um intermediário entre a coluna das modernas rãs e salamandras e os anfíbios mais primitivos.

O fóssil, que data do período Permiano, há cerca de 250 milhões de anos e antes do aparecimento dos dinossauros, também esclarece outra controvérsia relativa à época na qual ambas as espécies evoluíram em dois grupos diferentes.

Com estes novos dados, tudo parece indicar que "as rãs e salamandras se separaram em algum momento há entre 240 e 275 milhões de anos, ou seja, muito antes do que sugeriam anteriores dados moleculares", segundo o co-autor do estudo, Robert Reisz, professor da Universidade de Toronto Mississauga.

 

 

Noticia do Brasil e do Universo

Tecnologia - Economia- Esportes | Mundo | Ciência | Internet ||  Meio/Ambiente || Educação ||Destaque| Politica|| Saúde  |  Aquecimento Global  |  Vida Animal  | Cotidiano

 
 
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Copyright © 1999 [Ache Tudo e Região]. Todos os direitos reservado Revisado em: 03 janeiro, 2019      Resolução mínima 800x600