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Opinião: É preciso maior rigor na regulação de mercados financeiros
da Deutsche Welle, na Alemanha
Aumenta o clamor de políticos e economistas para que os mercados financeiros
sofram alguma forma de controle estatal. O que é compreensível em vista da atual
situação, opina Karl Zawadzky.
O banco hipotecário britânico HBOS refugiou-se nos braços do Lloyds TSB; o
Morgan Stanley está em busca de salvação, da mesma forma como o norte-americano
Washington Mutual. Se instituições como Lehman Brothers se tornam vítimas de
mercados desvairados, e outros institutos, como a seguradora AIG, são salvos,
levanta-se uma questão: quem será o próximo ameaçado da ruína?
Vale o ditado "salve-se quem puder". Sem dúvida: esta é a maior crise desde o
colapso da bolsa de valores de 1929, em conseqüência da qual o mundo caiu em uma
depressão, empresas faliram, houve desemprego em massa e alguns tiraram para si
proveito político.
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