Pesquisar  Meio Ambiente Ciência Duvidas Noticias Home

  

Desaparecidos

Emprego Endereços Úteis Bate Papo Fale Conosco

Noticias TV Jornais e Revistas

Noticias Gerais
Aquecimento global
Ciência
Cotidiano
Destaque
Educação
Esportes
Especiais
Economia
Internet
Mundo
Política
Meio Ambiente
Saúde
Super gatas
Tecnologia
Turismo
Vida Animal
 
Animais Peixes
Astronomia
Carta ao Leitor
Culinária
Desaparecidos
Endereços Uteis
Plantas Medicinais
Emprego
Fale conosco
Mandamentos
Mulher
Piadas
Sites de Busca
Cidades
 

 

 

 
 

Bolsas em NY operam em queda; temor de recessão pesa sobre os negócios

 

da Folha Online

As Bolsas americanas operam em baixa nesta quinta-feira. Depois de abrirem com ligeiros ganhos, os índices perderam força e pouco depois passaram a cair. Pela manhã os investidores procuraram bons preços, depois de uma que de mais de 5% ontem no Dow Jones, mas a sensação de proximidade de uma recessão nos EUA, bem como na economia global, impede que os índices registrem altas mais sustentáveis

Às 16h05 (em Brasília), a Nyse (Bolsa de Valores de Nova York, na sigla em inglês) estava em baixa de 2,59%, indo para 8.298,59 pontos no Dow Jones, enquanto o S&P 500 subia 3,29%, para 867,25 pontos. A Bolsa Nasdaq, no entanto, operava em baixa de 3,79%, indo para 1.554,47 pontos.

As Bolsas européias fecharam sem uma direção definida: Londres subiu 1,16%; Paris subiu 0,38%; e Amsterdã ganhou 1,09%. Já a Bolsa de Frankfurt caiu 1,12%; a de Milão teve baixa de 0,20%; e a de Zurique caiu 0,54%.

A economia americana continua a mostrar sinais de que a recessão vai se aproximando do país. Hoje, o Departamento do Trabalho informou que o número de pedidos iniciais de auxílio-desemprego nos EUA cresceu em 15 mil na semana encerrada no último dia 18, chegando a 478 mil solicitações iniciais do benefício. Números de pedidos acima da marca de 400 mil são vistos como sinal de uma economia em recessão. Há um ano, o total dessas solicitações estava em 333 mil.

Após a queda de ontem, os investidores buscam ações a bons preços, mas a confiança continua em baixa, tanto no mercado como entre os americanos de um modo geral. Uma pesquisa da Opinion Research Corporation para a rede americana de TV CNN mostrou ontem que os americanos rejeitam o plano de resgate financeiro promovido pelo secretário do Tesouro, Henry Paulson, e têm uma opinião negativa de seu desempenho neste cargo.

Segundo a pesquisa, 56% dos entrevistados rejeitam o plano, que prevê o uso de US$ 700 bilhões para sanear o sistema financeiro. Além disso, 64% dos questionados avalia de forma negativa o trabalho de Paulson à frente do Departamento do Tesouro, enquanto 28% o considera positivo.

Em um pronunciamento hoje na Câmara dos Deputados dos EUA, o ex-presidente do Federal Reserve (Fed, o BC americano) Alan Greenspan disse que os Estados Unidos estão no meio de um "tsunami creditício". Segundo ele, as empresas e mercados financeiros "deveriam ser muito mais regulados, para impedir um tsunami financeiro como o que não vimos em um século".

Greenspan disse estar "em choque e não pode acreditar" como os bancos e as empresas financeiras não se vigiaram e controlaram a si próprias, que é com o que ele e outros responsáveis de supervisão no governo americano contavam.

O presidente do Comitê de Supervisão, Henry Waxman, acusou Greenspan de contribuir para as "práticas irresponsáveis de financiamento" por rejeitar os apelos para que o Fed regulasse a então recém-nascida indústria dos financiamentos imobiliários de alto risco ("subprime").



 

 

Noticia do Brasil e do Universo

 Tecnologia | Economia | Esportes | Mundo | CiênciaInternet | Meio/Ambiente | Educação |Destaque|Noticias Gerais|Politica|Saúde

 
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Copyright © 1999 [Ache Tudo e Região]. Todos os direitos reservado Revisado em: 03 janeiro, 2019      Resolução mínima 800x600