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garantido.
Varejistas
alertam, crise europeia será sentida em todo mundo
Crise da dívida na zona do euro está enfraquecendo a
confiança do consumidor e, caso as autoridades não tomem
medidas efetivas no curto prazo, as consequências serão
sentidas em todo o mundo, executivos de empresas
varejistas alertaram nesta segunda-feira.

Uma pesquisa com 100 varejistas com volume de negócios
anual acima de US$ 1 bilhão, publicada no primeiro dia
do Congresso Mundial do Varejo, em Berlim, mostrou que
os grupos da Europa Ocidental estão mais pessimistas
sobre a confiança do consumidor no mercado doméstico do
que em qualquer outra parte do mundo, com exceção da
Austrália.
"As pessoas estão com medo de perderem seu dinheiro e
não estão gastando como poderiam", disse o presidente do
conselho de administração da rede de lojas Kaufhof e
vice-presidente da Federação dos Varejistas da Alemanha,
Lovro Mandac. "As taxas de poupança estão crescendo
muito e isso não ajuda".
O diretor de pesquisas globais da Deloitte, Ira Kalish,
disse que os países da zona do euro precisam alinhar
suas políticas fiscais e que nações endividadas como a
Grécia precisam de reformas no mercado de trabalho. Já
países mais saudáveis como Alemanha e França deveriam
oferecer maiores subsídios às nações mais pobres.
No auge da crise de crédito, que se agravou em 2008, a
saúde financeira dos bancos no mundo inteiro foi
colocada à prova. Os problemas em operações de
financiamento imobiliário nos Estados Unidos geraram
bilhões em perdas e o sistema bancário não encontrou
mais onde emprestar dinheiro. Para diminuir os efeitos
da recessão, os países aumentaram os gastos públicos,
ampliando as dívidas além dos tetos nacionais. Mas o
estímulo não foi suficiente para elevar os Produtos
Internos Brutos (PIB) a ponto de garantir o pagamento
das contas.
A primeira a entrar em colapso foi a Grécia, cuja dívida
pública alcançou 340,227 bilhões de euros em 2010, o que
corresponde a 148,6% do PIB. Com a luz amarela acesa, as
economias de outros países da região foram inspecionadas
mais rigorosamente. Portugal e Irlanda chamaram atenção
por conta da fragilidade econômica. No entanto, o fraco
crescimento econômico e o aumento da dívida pública na
região já atingem grandes economias, como Itália (120%
do PIB) e Espanha.
Um fundo de ajuda foi criado pelo Fundo Monetário
Internacional (FMI) e pelo Banco Central Europeu (BCE),
com influência da Alemanha, país da região com maior
solidez econômica. Contudo, para ter acesso aos pacotes
de resgates, as nações precisam se adaptar a rígidas
condições impostas pelo FMI. A Grécia foi a primeira a
aceitar e viu manifestações contra os cortes de empregos
públicos, programas sociais e aumentos de impostos.
Os Estados Unidos atingiram o limite legal de
endividamento público - de US$ 14,3 trilhões (cerca de
R$ 22,2 trilhões) parte deste dinheiro destinado a
guerra. Na ocasião, o Tesouro usou ajustes de
contabilidade, assim como receitas fiscais mais altas
que o previsto, para seguir operando normalmente. O
governo, então, passou por um longo período de
negociações para elevar o teto. O acordo veio só perto
do final do prazo (2 de agosto) para evitar uma
moratória e prevê um corte de gastos na ordem de US$ 2,4
trilhões (R$ 3,7 trilhões). Mesmo assim, a agência
Standard & Poor's retirou a nota máxima (AAA) da dívida
americana.
Divida interna é quando políticos gastam mais que
arrecada, a dívida interna brasileira já ultrapassa a
(2) trilhões e (BC) não consegue pagar os juros de 130
bilhões. Se continuar com o quadro atual, podemos também
entrar em moratória.
Novo sistema de governo (inventado), é (Apolítico),
ou seja, sem políticos. Se
deseja um Brasil justo,
sem destruição do meio ambiente, de seu apoio no site
http://sfbbrasil.org
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