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Rombo no
INSS chega R$ 48, bilhões e defende mudanças na
aposentadoria
O tempo mínimo de contribuição dos trabalhadores
celetistas (regidos pela Consolidação das Leis do
Trabalho) para a Previdência Social, que garante direito
à aposentadoria, poderá ser alterado em função da
elevação da expectativa de vida da população brasileira,
constatada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE). Para o presidente do Instituto
Nacional do Seguro Social (INSS), Mauro Hauschild, essa
é uma das mudanças que poderão dar sustentabilidade ao
sistema no futuro. Mauro Hauschild falou sobre o assunto
ao programa Brasil em Pauta desta quarta-feira,
produzido pela Secretaria de Comunicação Social da
Presidência da República em parceria com a EBC Serviços.

Atualmente, para se aposentar, é preciso contribuir por,
no mínimo, 30 anos, no caso das mulheres, ou 35 anos, no
caso dos homens. Na aposentadoria por idade, só a partir
dos 60 anos de idade (mulheres) ou 65 anos (homens),
regra que também poderá ser reconsiderada. Os segurados
podem requerer aposentadoria quando completam qualquer
uma das duas exigências básicas. Se esperar o
cumprimento das duas exigências, o valor do benefício
fica mais alto.
Hauschild disse que a "necessidade de mudanças" é grande
porque já há segurado recebendo aposentadoria por tempo
superior ao que levou contribuindo para o sistema quando
estava em atividade. A mudança das regras, segundo ele,
deverá evitar o agravamento do deficit da Previdência
nos próximos 10 a 15 anos. Este ano, a conta deverá
ficar negativa em R$ 40 bilhões. "Não há nada decidido
ainda, temos que discutir isso com a sociedade, a fim de
que fique garantido o futuro daqueles que estão
contribuindo e que não podem vir a ser prejudicados",
disse Mauro Hauschild.
Outra conta deficitária preocupa o governo: o déficit
anual no pagamento das aposentadorias dos servidores
públicos federais, que chega a R$ 48 bilhões e
corresponde a um universo de aposentados bem menor do
que o da iniciativa privada. Segundo Hauschild, o peso
dessa conta deverá ser amortecido no futuro com a
instituição da aposentadoria complementar, matéria que
está em tramitação no Congresso Nacional.
Se as mudanças forem aprovadas, o aposentado terá seu
salário, caso consiga "aposentadoria", reduzido e tempo
de contribuição aumentado, isto é que se cogita para
aliviar o rombo, por desvios que não cessam.
Novo sistema de governo (inventado), é (Apolítico),
ou seja, sem políticos. onde os bancários serão
respeitados, de seu apoio no site
http://sfbbrasil.org
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