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Novo ajuste de preço nos combustíveis, mas Petrobras
"nega"
O governo atolado em dívidas, visa reajuste do preço dos
derivados de petróleo atrelado à redução da Contribuição
de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), afirmou o
diretor de Abastecimento da estatal, Paulo Roberto
Costa, nesta terça-feira.

Nesta semana circularam informações de que a Petrobras
estaria propondo ao Executivo elevar o preço dos
combustívies nas refinarias ao mesmo tempo em que
ocorreria uma redução da Cide, para que os valores não
subissem nas bombas.
"Não tem nada em estudo e nada para pôr na mão do
governo", disse Costa antes de um evento sobre
biocombustíveis no Rio de Janeiro. O executivo voltou a
lembrar que a Petrobras olha para o longo prazo para a
fixação do seu patamar de preços e acrescentou que neste
momento as duas variáveis que determinam o preço -
cotação do barril de petróleo e dólar - estão com muita
volatilidade.
Uma fonte familiarizada com o assunto informou na
segunda-feira que a companhia discute com membros do
governo regularmente, durante as reuniões do conselho de
administração, a questão do preço dos combustíveis e das
alíquotas da Cide. Também circularam informações na
mídia de que a empresa buscaria esse acerto visando
elevar sua geração de caixa, para fazer frente aos
investimentos previstos.
Importação de gasolina
Costa informou que todas as cargas de gasolina que serão
importadas pela empresa este ano já foram compradas e a
estimativa é que na média do ano a importação do
derivado fique em 32 mil barris/dia, contra 9 mil no ano
passado.
O aumento da importação de gasolina se deve à combinação
da alta do preço do álcool, que fez motoristas se
voltarem para a compra da gasolina, com o aquecimento da
demanda interna por combustíveis. "Já estamos com as
cargas compradas, não temos problemas. O etanol deve
passar para um aumento de produção e se tiver uma
diminuição no preço, o consumidor poderá fazer a sua
opção", disse ele ao lembrar que a partir de outubro a
mistura de etanol à gasolina também diminuiu.
Costa informou ainda que a empresa pretende realizar em
2012 um número menor de paradas para manutenção em suas
refinarias, o que aumenta a capacidade de produção de
derivados das unidades de processamento no País.
"Faremos menos (paradas) que neste ano e, portanto,
teremos mais carga processada que neste ano", disse ele,
ao ressaltar que a implantação de novas práticas e
catalisadores nas refinarias em 2011 já permitiu um
aumento de 42 mil barris/dia na produção de gasolina.
Novo sistema de governo (inventado), é (Apolítico),
ou seja, sem políticos. onde os bancários serão
respeitados, de seu apoio no site
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