Pesquisar  Meio Ambiente Ciência Duvidas Noticias Home

  

Desaparecidos

Emprego Endereços Úteis Bate Papo Fale Conosco

Noticias TV Jornais e Revistas

Noticias Gerais
Aquecimento global
Ciência
Cotidiano
Destaque
Educação
Esportes
Especiais
Economia
Internet
Mundo
Política
Meio Ambiente
Saúde
Super gatas
Tecnologia
Turismo
Vida Animal
 
Animais Peixes
Astronomia
Carta ao Leitor
Culinária
Desaparecidos
Endereços Uteis
Plantas Medicinais
Emprego
Fale conosco
Mandamentos
Mulher
Piadas
Sites de Busca
Cidades
 

  /td>

 

 

 

Prefeitura de Nova Odessa (SP) é condenada por aluno esquecido em sala de aula


da Folha Online


A Prefeitura de Nova Odessa (121 km de São Paulo) foi condenada pela Justiça a pagar 25 salários mínimos (o equivalente a R$ 10.375) por não ter vistoriado as dependências de uma escola do município após o término das aulas. Um garoto de sete anos ficou trancado no local após o horário e, como não foi feita a vistoria, ele só foi encontrado após a mãe convencer que a escola fosse aberta para averiguar se o filho estava lá.

A decisão, de 16 de julho deste ano, é da juíza Daniela Martins Filippini Augusto. Procurada, a Prefeitura de Nova Odessa afirmou que irá recorrer.

O caso ocorreu no ano de 2004. Segundo o processo, o aluno disse que foi colocado de castigo pela professora por ter esquecido um livro que deveria ter sido devolvido à biblioteca. Na versão dele, enquanto permanecia de castigo, ela teria levado os outros alunos para o pátio e o esquecido na sala. A professora não voltou --segundo relato dele--, e as portas da escola foram fechadas. Com isso, o menino não pôde sair.

A mãe costumava buscar o garoto na escola. Entretanto, na ocasião, ela foi a uma consulta médica e pediu para uma vizinha pegar o menino. A vizinha, no entanto, foi até a escola e não o viu. "Aduziu que a vizinha, ao não vê-lo na saída da escola, pensou que sua genitora o tinha buscado e foi embora", afirma o despacho da juíza.

Ao chegar em casa, a mãe percebeu que o filho não estava. Então foi procurá-lo na casa da vizinha. Como ele não estava lá, foi até a escola. Com o auxílio de um vigia e uma merendeira, encontraram o menino agachado atrás da porta do corredor e seu material escolar sobre a mesa da professora.

A prefeitura alegou que não houve castigo e sustentou que a culpa era exclusiva do menino, já que ele ficou no local. Uma sindicância também foi aberta pela Prefeitura de Nova Odessa e constatou que não houve culpa da professora.

Naquele dia, o zelador da escola deixou de fazer a vistoria que normalmente realizava nas dependências do estabelecimento após o horário das aulas.

Decisão

O autor da demanda --no caso, o menino, segundo o registro no TJ-- pedia que fosse levado em consideração que houve o castigo e pedia uma indenização de mil salários mínimos (R$ 415 mil). A juíza negou parcialmente pedido e, segundo testemunhos, não foram configuradas provas documentais e orais que sustentassem a tese de castigo ao menino. Ou seja, ele ficou na escola após o horário por sua vontade. Mas as dependências não terem sido vistoriadas foi a irregularidade que sustentou a condenação por danos morais.

"Logo, restou demonstrado que os funcionários da escola não agiram com diligência, uma vez que não fiscalizaram a entrega ou saída dos alunos da escola, nem a vistoria e fechamento das salas, no horário de costume, o que contribuiu para sua permanência no local após o término das aulas", informa o despacho.

 

 

 

Noticia do Brasil e do Universo

Tecnologia - Economia- Esportes | Mundo | Ciência | Internet ||  Meio/Ambiente || Educação ||Destaque| Politica|| Saúde  |  Aquecimento Global  |  Vida Animal  | Cotidiano

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Copyright © 1999 [Ache Tudo e Região]. Todos os direitos reservado Revisado em: 27 julho, 2025      Resolução mínima 800x600