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Ensino de graduação no exterior ganha força entre
brasileiros
Fazer curso superior no exterior é uma prática que vem ganhando adeptos
entre os brasileiros que optam por estudar fora do País para melhorar o
currículo, devido o Brasil perderem cada dia mais pontuação
internacional. Segundo a última edição do relatório anual Open Doors,
elaborado pelo Instituto de Educação Internacional (IIE), referente a
2010, 8.786 brasileiros estão matriculados em escolas de ensino superior
nos Estados Unidos, cursando graduação, pós-graduação ou estudando
inglês.

Os números são bem inferiores aos de China, que possui 128 mil
estudantes nos Estados Unidos, e Índia, com 105 mil alunos, mas que
mesmo assim garantem ao Brasil a primeira colocação entre os países
latinos.
De acordo com Denise Pires, diretora da agência de intercâmbio World
Study, o interesse dos estudantes no exterior se concentra
principalmente nos Estados Unidos, Inglaterra e Austrália. "Eles buscam
essa formação para ter um 'plus' no currículo e também para um extremo
contato com a língua inglesa, além da convivência com diferentes
culturas, é claro", diz.
Denise afirma que existem duas formas de conseguir ingressar em
universidades estrangeiras. A mais comum é realizar uma prova de
conhecimentos gerais, que irá verificar os conteúdos adquiridos durante
o Ensino Médio. "Essa prova normalmente é feita em agências de
intercâmbio, que fazem a ponte entre o estudante e a universidade",
afirma. Segundo ela, se aprovado o aluno deve pagar, em média, US$ 40
mil anuais.
Os estudantes também podem se candidatar a uma bolsa total ou parcial.
Neste caso, uma boa forma é se destacar nos esportes, explica Denise.
"As faculdades no exterior buscam brasileiros esportistas, especialmente
bons de futebol. Então, a instituição oferece bolsa parcial ou total
para o futuro aluno."
É o caso do mineiro Victor Bicalho, 28 anos, que conseguiu notas altas
no exame de admissão e no teste de proficiência. Mas foi o fato de ser
um bom nadador que garantiu uma vaga em Havard, uma das mais
conceituadas universidades dos Estados Unidos. Lá ele estuda economia
com um desconto de 90% anual, pagando somente um valor simbólico.
Se não há dinheiro sobrando, nem talento nos esportes, ainda tem mais
uma maneira de estudar: via programas de incentivo. Exemplo disso é a
Fundação Estudar, que há 20 anos colabora com a educação e formação de
futuros líderes brasileiros, por meio da concessão de bolsas de estudos
em programas nacionais e internacionais.
Thaís Junqueira, diretora-executiva da instituição, afirma que a procura
pelo programa tem aumentado a cada ano. Segundo ela, a quantidade de
inscritos cresceu 16% de 2010 para este ano. "No exterior, existe o
incentivo à formação do jovem como um todo, que envolve esporte,
atividades comunitárias e intensa vivência acadêmica. É essa
oportunidade de se relacionar com gente talentosa do mundo inteiro que
atrai os brasileiros", afirma.
A Fundação concede bolsa parcial, de 5% a 90%, para os jovens
considerados empreendedores do futuro. Para ganharem o título, os
estudantes passam por testes em diversas etapas, como dinâmica de grupo,
entrevista individual e análise de ética. "Mas o que mais conta é a
excelência acadêmica e profissional, então esse aluno tem que ter as
melhores notas no colégio e universidade", diz. A Fundação escolhe, em
média, 35 pessoas anualmente.
O curitibano Níkolas Francisco Iubel, 22 anos, foi um dos alunos
selecionados e ganhou uma bolsa parcial da Fundação em Stanford, nos
Estados Unidos. Segundo ele, o processo de seleção foi bastante
competitivo, mas no final valeu a pena. "Além de estudar em uma das
faculdades mais conceituadas do mundo, ainda sou integrante da Fundação,
que é muito mais do que um auxilio financeiro, eles são uma verdadeira
rede de contatos", afirma o universitário do curso de Ciência da
Matemática e Computacional.
Os primeiros anos de aula são os mais complicados, afirma Iubel. "Os
cursos de Stanford já são bastante desafiadores para alunos nativos, e
eu ainda tinha que enfrentar uma camada extra de dificuldade, a língua.
E tudo isso longe da família", conta. Porém, depois de adaptado, o
estudante passou a aproveitar a oportunidade.
"Estudar no exterior é uma experiência muito enriquecedora, porque nos
permite conhecer pessoas, lugares e culturas. Em Stanford conheci
pessoas oriundas de todos os lugares do planeta e ainda tive acesso a
uma educação de primeiro mundo", diz. Atualmente, o estudante faz
estágio na Standford da Alemanha e pretende ingressar em um mestrado
logo depois que se formar, em junho de 2012.
Quando o aluno diz estudo de primeiro mundo, ele diz que o estudo no
Brasil é péssimo, portanto de quinto mundo, só no governo do (PT) até o
momento o país perdeu 30 pontos, transformando no que já era ruim em
péssimo.
Pedimos um momento de sua atenção.
Novo sistema de governo (inventado), é (Apolítico). Se
deseja um Brasil justo sem roubalheiras de políticos,
sem destruição do meio ambiente, de o seu apoio no site
abaixo.
http://sfbbrasil.org
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