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Greve dos alunos da USP pode continuar, a decisão pode
sair nesta quinta
estudantes da Universidade de São Paulo (USP), que decretaram greve
geral na terça-feira, decidem nesta quinta-feira, às 18h, em assembleia
geral, se o movimento continua. De acordo com nota publicada pelo
Diretório Central Estudantil (DCE) da USP, os grevistas farão um ato no
Largo São Francisco, no centro da capital paulista, por volta das 14h.

"Temos o direito de pautar e resolver nossos problemas internos de forma
coerente, consequente e democrática, estimulando a participação de todos
e abrindo espaço para o debate. Este é o papel desta mobilização, em
contraposição a esse projeto de Universidade sem espaço de diálogo, que
pauta a terceirização combinada a precarização e repressão, iremos
dialogar e mobilizar os mais diversos cursos", diz o comunicado.
Reintegração de posse
A PM mobilizou um efetivo de 400 homens da tropa de choque, da cavalaria
e até mesmo do grupamento aéreo (Águia) para o cumprimento de mandado
judicial de desocupação da reitoria por volta das 5h de terça-feira,
horário escolhido para surpreender os ocupantes do prédio. O prazo para
a saída espontânea dos manifestantes do local havia se esgotado às 23h
de segunda-feira, após trégua negociada com a Justiça. Descontentes com
as propostas da administração da USP, que aceita rever, mas descarta
revogar o convênio com a PM, os estudantes e funcionários decidiram
prolongar a ocupação, mas não resistiram à operação de reintegração de
posse, preferindo empunhar flores em protesto irônico diante do forte
aparato policial. Mais de 70 foram presos, mas liberados.
A tomada da reitoria foi levada a cabo por parte de um grupo
insatisfeito com o resultado de uma votação em assembleia que decidiu,
na terça-feira da semana passada, por 559 votos a 458, encerrar a
ocupação do prédio de administração da Faculdade de Filosofia, Letras e
Ciências Humanas (FFLCH). O grupo deslocou o portão de trás do edifício
da Administração Central, usando paus, pedras e cavaletes, e em poucos
minutos chegou ao saguão principal do prédio. A FFLCH havia sido ocupada
depois que a PM abordou três estudantes no campus por porte de maconha
na quinta-feira da semana retrasada e tentou levar os usuários detidos.
Os policiais usaram gás lacrimogênio, e alunos teriam ficado feridos
após confronto.
O Inep argumentou ao juiz que o episódio ocorreu de forma localizada e
que a reaplicação do exame aos alunos do colégio de Fortaleza não traz
prejuízo à isonomia do concurso.
Novo sistema de governo (inventado), é (Apolítico), ou
seja, sem políticos. Veja no site
abaixo.
http://sfbbrasil.org
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