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Brasil usa psicologia e tem dúvida no gol para estréia no Mundial de futsal
da Folha Online
País organizador do Mundial de futsal da Fifa, o Brasil usa a psicologia para
tentar voltar a conquistar um título após 12 anos. A competição tem início
marcado para esta terça-feira, quando o Brasil enfrenta o Japão, às 10h30, em
Brasília, pelo Grupo A, que tem também Rússia, Cuba e Ilhas Salomão.
Depois de vencer as edições de 1989, 1992 e 1996, o Brasil perdeu a hegemonia no
esporte ao ser desbancado pela Espanha nas duas últimas edições, em 2000
--quando perdeu na final-- e em 2004, quando caiu nas semifinais.
Diante da pressão por novo triunfo, e em casa, o Brasil usa o trabalho da
psicóloga Melissa Voltarelli, que trabalha em conversas com o grupo.
"Temos uma grande responsabilidade de ganhar, é um peso grande, pois a
responsabilidade [é ainda maior] pelo fato de o Mundial ser dentro do nosso
país", falou o ala Falcão à TV Globo.
Dúvida
O técnico Paulo César de Oliveira ainda não definiu o goleiro titular da seleção
para a estréia contra o Japão.
Tiago, o mais jovem dos concorrentes, que foi o titular nos dois amistosos
contra o Egito, deve ser o escolhido. Franklin, que vai para seu terceiro
Mundial seguido, espera uma chance.
"A decisão final é do treinador, mas estou treinando forte e me sinto preparado
para entrar jogando. A seleção está bem servida de goleiros", disse Franlikn,
37, que esteve presente nos dois últimos Mundiais.
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