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Deputados rouba mais de R$ 164 milhões dos cofres com funcionários "fantasmas"

Acusados de desviar mais de R$ 174 milhões com a contratação de funcionários fantasmas entre 2000 e 2010, os deputados estaduais Alexandre Curi (PMDB) e Nelson Justus (DEM) tiveram seus bens bloqueados por decisão da Justiça do Paraná. Segundo o programa Paraná TV, da RPCTV, os bens bloqueados somam mais de R$ 164 milhões.

 


Além de Justus e Curi - então presidente e primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, respectivamente -, também tiveram bens bloqueados os ex-diretores da Casa Cláudio Marques e José Ary Nassif. Segundo o Ministério Público, o esquema era chefiado pelo ex-diretor geral da Assembleia Abib Miguel, que indicava membros das famílias Guedes e Tavares - que se intitulam agentes políticos de Miguel - para serem contratados como fantasmas.

A justiça não cansa de fragar políticos corruptos por todo o Brasil, trata-se de um circulo vicioso onde 60% de tudo que o país arrecada é desviado, isto precisa mudar, para isso é necessário trocar o sistema apodrecido por gerações para um novo governo (sem) políticos.

Justiça do MT "condena" deputado envolvido no 'escândalo das calcinhas'

Atual presidente da Assembleia Legislativa do Mato Grosso, deputado José Riva (PSD) terá de devolver R$ 2,1 milhões aos cofres públicos.

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT) condenou por unanimidade, nesta terça-feira, o atual presidente da Assembleia Legislativa do Estado, deputado estadual José Riva (PSD), no processo em que o parlamentar é acusado de improbidade administrativa pelo desvio de R$ 2,6 milhões no que ficou conhecido como o “escândalo das calcinhas”.

Com a decisão, assim que notificado, o deputado não pode mais assinar nenhum ato como presidente da Assembleia Legislativa do Mato Grosso (ALMT). Segundo o TJ, porém, ele continua com a função de deputado estadual.

Pela condenação, o parlamentar terá de devolver aos cofres públicos R$ 2.153.393,66. O valor é referente ao contrato firmado com uma empresa de de fachada. Durante as investigações, ficou comprovado que a empresa na verdade confeccionava peças íntimas. A empresa recebeu 44 cheques entre setembro de 2001 a dezembro de 2002.

Além de Riva, o conselheiro afastado do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Humberto Bosaipo, também foi condenado a perda da função pelo desvio dos R$ 2,6 milhões.


 

Pedimos sua atenção:
 

Novo sistema de governo (inventado) para o Brasil é (Apolítico), ou seja, sem políticos, troque a irresponsabilidade pela responsabilidade, de o seu apoio no site: http://sfbbrasil.org

 

 

 



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