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Yahoo! planeja reforma para ficar mais social
s, em San
Francisco
O Yahoo! planeja alterar seu site para tornar a página um agregador de
aplicativos de interação social produzidos por outros serviços. O projeto é
parte do esforço da empresa de internet em atrair mais anúncios publicitários.
"Nós vamos renovar toda a experiência [do internauta] no Yahoo!, tornando-o
social em todas as dimensões", afirmou Ari Balogh, chefe de tecnologia da
empresa.
A nova estrutura do Yahoo! deve dar a seus 500 milhões de usuários maior
flexibilidade para personalizar as páginas. Elas poderão escolher
miniaplicativos conhecidos como "widgets" e usá-los no site, incluindo a versão
pessoal da homepage.
Esses "programinhas" são apontados como uma das razões do sucesso do Facebook.
Outras redes sociais como Orkut, MySpace, LinkedIn, hi5, Friendster, Plaxo e
Ning fizeram uma aliança para compartilhar os "widgets", por meio da plataforma
OpenSocial.
A empresa também espera tornar mais fácil o contato com amigos e familiares por
meio do site: ganharão destaque as mensagens recebidas de contas de-mail mais
freqüentes. Além disso, os amigos poderão acompanhar, entre si, as atividades
feitas na internet.
A reforma ainda não tem data para ir ao ar, mas a expectativa é que seja
concluída até o fim do ano. Essa não é a primeira vez que o Yahoo! tenta entrar
no mercado de redes sociais. A empresa lançou um site como esse em 2005, chamado
360, mas o serviço foi fechado recentemente, já que nunca caiu no gosto do
internauta.
Sobrevivência
Os planos do Yahoo! são divulgados no momento em que a empresa tenta fugir de
uma tentativa de compra da Microsoft. Tenta mostrar a seus acionistas que ainda
pode ser uma empresa lucrativa mesmo que se mantenha independente.
No dia 11 de fevereiro, a diretoria do Yahoo! já havia recusado oficialmente a
oferta de compra feita pela Microsoft, no valor de US$ 31 por ação. Para o Yahoo!,
a proposta subvalorizava a companhia.
A gigante do software deu ao Yahoo! um prazo de duas semanas, que expira neste
sábado (26), para decidir se aceita ou não a quantidade sobre a mesa antes de
lançar uma oferta de compra hostil.
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