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STJ nega habeas corpus a suposto pirata virtual
O STJ (Superior Tribunal de Justiça) negou habeas corpus a um suposto integrante
de uma quadrilha de piratas virtuais conhecido como "Shildren". Ele foi preso
pela PF (Polícia Federal) na operação Carranca de Tróia. O acusado está preso na
Superintendência da PF na Bahia. Com o julgamento do STJ, permanece preso.
Segundo as investigações, a quadrilha criava páginas na internet para capturar
informações bancárias via "cavalos de tróia". O jovem preso --nome e idade não
foram revelados-- atuava no grupo encaminhando e-mails ou "scraps" (recados de
Orkut) com essas páginas. Com as informações sigilosas, os piratas virtuais
entravam nas contas e transferiam o dinheiro.
Segundo a assessoria de imprensa do STJ, em depoimento às autoridades policiais
o acusado informou que conheceu o esquema durante contatos no IRC e confessou
ter conseguido entre R$ 700 mil e R$ 1 milhão com os golpes.
Recentemente, para conceder liberdade provisória a três jovens detidos sob a
acusação de praticar crimes pela internet, um juiz federal do Rio Grande do
Norte determinou que os rapazes leiam e resumam, a cada três meses, dois
clássicos da literatura.
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